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Em 1912 é formada a primeira Brigada Móvel por Georges "O Tigre" Clemenceau, conhecida como "As Brigadas Do Tigre" . Trata-se da primeira equipe de policia a utilizar automóveis para as operações policiais. Comandada pelo Comissario Valentin, eles tentam desbancar a perigosa Gangue Bonnot.
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Historicamente interessante, já que narra as peripécias da policia francesa na caçada dos primeiros comunas.
É curioso como a corrupção esta presente em toda sociedade que se diz moderna.
Eu particularmente adorei este filme, ele foi baseado em um contexto histórico e foi muito bem feito.
A introdução é bem confusa e bem devagar, explica a brigada móvel mas pra explicar a história deixa a desejar! Mas o filme vai ficando bom e você vai entende aos poucos, gosto muito de filmes nessa época, no começo do século XX.
O final vale a pena esperar!
Baseado em uma série de televisão de grande audiência na França entre 1974 e 1983, "As Brigadas do Tigre", 2006 encerram a série de superproduções francesas do começo do novo milênio (Belphégor, 2001, Vidocq, 2001 e Arsène Lupin,2004). Conta a história de uma brigada móvel criada em 1907 a fim de diminuir a grande onda de crimes que há na França em sua Belle Époque.
Infelizmente, a série não passou no Brasil e é praticamente impossível de achar alguma coisa por um preço acessível para que possamos compará-los por aqui. Uma espécie de "Os Intocáveis" francês, o filme tem consistência em sua trama. Em cada cena, descobre-se uma peça no quebra-cabeças. Além disso, há bastante e interessantes combates entre membros da brigada em meio a anarquistas e polícia parisiense (corrupta e sempre um passo à frente). Até mesmo um sério problema de ritmo que a produções possui é quebrada por muito bem pensados confrontos de tirar o fôlego. Tem um elenco de primeira linha, além da beleza e a grande atuação de Diane Kruger que é de se encher os olhos.
O filme tem problemas para começar e por vezes é um tanto tedioso. Cornillac faz um jovem comandante eternamente carrancudo que não convence, ainda que em combate tem sua atuação marcante. As cores não valorizam muito elementos da Belle Époque e há tropeços históricos irritantes (como a ideia de um policial sentar-se à mesma mesa que um príncipe russo). Porém, o filme é bom sem apelações e banhos de sangue. Não há a irritante morte fácil e a maioria dos combates são físicos - na base do soco. Tem um excesso de personagens que faz com que muita ponta fique solta, mas se deve dar a chance destes personagens serem explicados pela memória daqueles que assistiam a série nos anos 70 e 80.
Um atraente filme policial com o charme de uma Paris do começo do século XX.