Sempre em busca de aventura, Enola Holmes vai a Malta para investigar seu caso mais perigoso até agora, combinando seus sonhos pessoais e profissionais.
Enola Holmes 3 talvez seja o filme mais fraco da franquia. O primeiro tinha uma proposta interessante e bastante potencial. Era um filme que, mesmo com seus problemas, tinha uma identidade própria e conseguia apresentar a Enola de uma maneira divertida.
O problema é que, a partir do segundo filme, a franquia começou a ficar cada vez mais genérica. O que inicialmente parecia ter personalidade foi sendo substituído por uma fórmula mais convencional, e o terceiro filme acaba levando isso ainda mais longe.
Não acho que seja necessariamente um filme ruim, mas falta alma. É uma aventura que cumpre aquilo que se espera dela, mas sem a mesma criatividade e o mesmo charme que fizeram o primeiro filme funcionar. No fim, Enola Holmes começou com bastante potencial, mas acabou se tornando uma franquia genérica demais.
Faz tanto tempo desde que vi o primeiro filme que eu já não lembro de mais nada (e também achava que eu tinha visto o segundo, mas acabei de descobrir que não). Minha memória já não está das melhores, mas pra um filme não me marcar nada, diz muito sobre sua qualidade. Enfim, esse terceiro apresenta uma aventura interessante, o sequestro do Sherlock e o casamento são pontos marcantes e que me deixaram instigado. A Enola é carismática e adoro todas as vezes em que ela quebra a quarta parede (mesmo que seja pra falar alguma fala expositiva, como se não tivéssemos entendido o que acabou de acontecer). Realmente é focado em um público mais jovem, tanto que as coisas são tratadas de forma leve e descontraídas, além da violência ser contida. Dá pra passar o tempo.
Tirando alguns sonhos da protagonista em ser realizados o filme não oferece nada de novidade. O formato adolescente dos filmes anteriores já não cabem mais nesse aqui.
Enola Holmes 3 talvez seja o filme mais fraco da franquia. O primeiro tinha uma proposta interessante e bastante potencial. Era um filme que, mesmo com seus problemas, tinha uma identidade própria e conseguia apresentar a Enola de uma maneira divertida.
O problema é que, a partir do segundo filme, a franquia começou a ficar cada vez mais genérica. O que inicialmente parecia ter personalidade foi sendo substituído por uma fórmula mais convencional, e o terceiro filme acaba levando isso ainda mais longe.
Não acho que seja necessariamente um filme ruim, mas falta alma. É uma aventura que cumpre aquilo que se espera dela, mas sem a mesma criatividade e o mesmo charme que fizeram o primeiro filme funcionar. No fim, Enola Holmes começou com bastante potencial, mas acabou se tornando uma franquia genérica demais.
Faz tanto tempo desde que vi o primeiro filme que eu já não lembro de mais nada (e também achava que eu tinha visto o segundo, mas acabei de descobrir que não). Minha memória já não está das melhores, mas pra um filme não me marcar nada, diz muito sobre sua qualidade. Enfim, esse terceiro apresenta uma aventura interessante, o sequestro do Sherlock e o casamento são pontos marcantes e que me deixaram instigado. A Enola é carismática e adoro todas as vezes em que ela quebra a quarta parede (mesmo que seja pra falar alguma fala expositiva, como se não tivéssemos entendido o que acabou de acontecer). Realmente é focado em um público mais jovem, tanto que as coisas são tratadas de forma leve e descontraídas, além da violência ser contida. Dá pra passar o tempo.
Assisti no dia 03/10/26
Tirando alguns sonhos da protagonista em ser realizados o filme não oferece nada de novidade.
O formato adolescente dos filmes anteriores já não cabem mais nesse aqui.
>Assistido em 15 de Setembro de 2026
Nota: 6 - 18.08.26 - 19h52
ok, agora já deu né...