Sempre em busca de aventura, Enola Holmes vai a Malta para investigar seu caso mais perigoso até agora, combinando seus sonhos pessoais e profissionais.
Tirando alguns sonhos da protagonista em ser realizados o filme não oferece nada de novidade. O formato adolescente dos filmes anteriores já não cabem mais nesse aqui.
Mantém a leveza e a diversão dos outros dois filmes. Nenhum é realmente bom, mas também não são exatamente ruins. Acho que o grande problema deles é que são muito esquecíveis. Então quando você começa esse terceiro capítulo, quase não lembra nada das histórias já contadas nos dois primeiros filmes.
Ainda assim, dá pra dizer que Enola Holmes 3 é o mais fraco dos 3 até aqui. Millie Bobby Brown (que realmente não é boa atriz) faz uma Enola Holmes carismática que corre, pensa, olha para a câmera e desvenda mistérios com a alcunha do detetive mais famoso da história. Sua química com o seu par romântico vivido por Louis Partridge está melhor e mais madura. Há um adicional de humor bem vindo ao casal.
Outra coisa interessante do filme são os novos cenários em Malta. Fugindo do padrão londrino onde as histórias de Sherlock sempre se passam. Isso é realmente bem vindo pelo incremento de uma discussão política mais interessante que ressoa em temas intrinsecamente ligados a Inglaterra e seu histórico de colonização.
Contudo, mais uma vez a trama principal é opaca, nada realmente empolga a ponto de esquecer o mundo exterior. Tudo é tão burocrático. Além dos personagens terem várias e várias decisões absurdas para justificar a continuidade do mistério até próximo do fim. E claro, depois que ele se encerra, você sente que passou duas horas com mais um enlatado qualquer da Netflix. Talvez, provavelmente seja isso, eu apenas não sou o público alvo da obra.
Tirando alguns sonhos da protagonista em ser realizados o filme não oferece nada de novidade.
O formato adolescente dos filmes anteriores já não cabem mais nesse aqui.
>Assistido em 15 de Setembro de 2026
Nota: 6 - 18.08.26 - 19h52
ok, agora já deu né...
Enola Holmes 3 6/10
Mantém a leveza e a diversão dos outros dois filmes. Nenhum é realmente bom, mas também não são exatamente ruins. Acho que o grande problema deles é que são muito esquecíveis. Então quando você começa esse terceiro capítulo, quase não lembra nada das histórias já contadas nos dois primeiros filmes.
Ainda assim, dá pra dizer que Enola Holmes 3 é o mais fraco dos 3 até aqui. Millie Bobby Brown (que realmente não é boa atriz) faz uma Enola Holmes carismática que corre, pensa, olha para a câmera e desvenda mistérios com a alcunha do detetive mais famoso da história. Sua química com o seu par romântico vivido por Louis Partridge está melhor e mais madura. Há um adicional de humor bem vindo ao casal.
Outra coisa interessante do filme são os novos cenários em Malta. Fugindo do padrão londrino onde as histórias de Sherlock sempre se passam. Isso é realmente bem vindo pelo incremento de uma discussão política mais interessante que ressoa em temas intrinsecamente ligados a Inglaterra e seu histórico de colonização.
Contudo, mais uma vez a trama principal é opaca, nada realmente empolga a ponto de esquecer o mundo exterior. Tudo é tão burocrático. Além dos personagens terem várias e várias decisões absurdas para justificar a continuidade do mistério até próximo do fim. E claro, depois que ele se encerra, você sente que passou duas horas com mais um enlatado qualquer da Netflix. Talvez, provavelmente seja isso, eu apenas não sou o público alvo da obra.
Tem sempre que dizer o que vem a cabeça? Sim.