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Persona 7.5/10
O subtítulo brasileiro, somado ao pôster mais difundido no Brasil, pode tentar induzir a algo que o filme não necessariamente se propõe. Em contrapartida, o título original carrega o poder que a obra do famoso Ingmar Bergman tem, de vestir máscaras e parecer outra coisa. Isso acontece também com o filme, que engana, em alguns momentos joga objetos e “coisas” na tela e simula uma projeção com defeito.
A história de Persona, de uma enfermeira inicialmente amorosa e “certinha” que cuida de uma atriz que, por algum motivo, mesmo que sua saúde esteja plena, não consegue mais falar, se mistura numa espécie de thriller psicológico quando suas vidas vão colidindo e vamos descobrindo segredos do passado que começam a reverberar. A confusão e o choque do que é real, além da dependência que esse relacionamento cria de forma instantânea, são o trunfo do diretor para nos manter hipnotizados durante a projeção de seu provavelmente mais famoso filme. Persona ainda conta com uma fotografia belíssima, que entrega frames eternizados na história do cinema e que ajudam a construir sua narrativa.
Dito tudo isso, é preciso reconhecer o poder do filme e reconhecer que ele às vezes pode não funcionar completamente para você. Com Persona, aconteceu isso comigo.
1941: Uma Guerra Muito Louca 5/10
Certamente o filme mais fraco que vi Spielberg. Acredito que na época foi um balde de água fria nas expectativas da audiência e dos entusiastas do diretor.
Ele me lembrou do também muito ruim, MASH, do Altman. Esse, pelo menos, tem o trunfo de ainda ser um filme de escala maior onde tudo é bem filmado e bonito. Porém é bastante confuso, sem pé nem cabeça e em nenhum momento te envolve com a comédia pastelão escrachada até o talo, nem com seus personagens correndo e criando uma situação de urgência indiferente.
Uma pena porque há um elenco consideravelmente famoso e talentoso, inclusive o Christopher Lee fazendo um general alemão.
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Bons filmes!
Equipe Filmow
Olá Richardson, tudo tranquilo? Então, eu sou bastante fissurado nessas séries antigas de super-heróis, os de cinema (Batman, Batman e Robin, Superman, Superman vs. o Homem-átomo, Fantasma, Capitão Marvel e Besouro Verde) foram todos lançados em DVD, e ainda estão a venda por aí. Já o Superman de 1952, a Warner lançou aqui apenas a primeira temporada, a vários anos atrás, que eu encontrei numa banca de um supermercado. Vi que no Mercado Livre tem alguns a venda. Infelizmente eu só pude ver essa primeira temporada mesmo.
Os seriados vi que tem nas lojas ainda:
https://www.classicline.com.br/seriados.html
http://www.livrariascuritiba.com.br/filmes-e-series/superman
Espero ter ajudado.
O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!
Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)
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Boa sorte! :)
* Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/
O Rei da Internet 7.5/10
Uma montagem acelerada em um filme que explora o carisma (duvidoso?) do ator João Guilherme para contar uma história baseada em fatos reais sobre um dos primeiros hackers criminosos que movimentou muito dinheiro no início dos anos 2000 no Brasil. Isso tudo ainda na sua adolescência.
O filme aposta num ritmo quase sufocante para relatar uma história glorificada de como era fácil burlar segurança virtual no início do século e como as beneces que essa grana traziam, embora duvidosas, pouco importavam. Principalmente nas mãos de um garoto. Acho que nesse ponto o filme peca, já que com mais de duas horas vemos pouco de uma evolução de maturidade do protagonista nem mais consequências do estrago que ele causou.
Uma grande comparação a ele, até pela juventude dos golpistas é o excelente Prenda-Me se For Capaz, onde vemos um pouco mais da investigação policial. O Rei da Internet ainda assim é divertido, anárquico e certamente consegue despertar a curiosidade de quem o assisti para conhecer a história real.