Como é bom ter uma série como Ruptura, uma superprodução impecável de ficção e mistério de melhor qualidade e não entregue de bandeja. Que requer sua atenção aos mínimos detalhes, que dá pra gente a oportunidade de voltar as séries que todo mundo cria milhares de teorias que não fazem nenhum sentido, mas também podem fazer.
De forma isolada, os episódios funcionam tão bem causando um desconforto de uma mente estranha, pertubada que culmina em um delírio ainda mais assustador. Contudo, há alguns outros capítulos tão difíceis de adentrar na história que isso se perde e você pode acabar conferindo o relógio.
A Série da saga do tri é pra lá de piegas, ufanista, muito didática e certamente mentirosa. É bizarro como futebol é um esporte difícil de ser filmado, e olhe que essa série é bem esforçada nesse sentido. Nunca fica realmente legal em produção de ficção. Mas foi muito bacana de ver nesse período de Copa do Mundo. Invoca um poder de enaltecer uma das melhores coisas que o Brasil tem reconhecidamente no mundo a fora, sua relevância e paixão pelo futebol. Uma pena que perdemos nosso poder e favoritismo com o passar dos anos.
Gosto do protagonismo dado ao João Saldanha, o grande herói da série e também não achei exagerado os maneirismo do Zagallo. A retratação dos principais jogadores tiveram uma caracterização bem satisfatória também. Principalmente o Pelé.
Uma série que começa promissora e com o grande hype de ser uma das maiores da década. Duas temporadas incríveis, impecáveis. Apresentação de personagens carismáticos e com críticas ácidas a tantos problemas da sociedade atual.
Mas que aos poucos vai perdendo tração com nerfadas, conveniências e repetições nas temporadas seguintes.
E eis que chegamos a derradeira season e isso se acentua ainda mais. Tudo é enrolado e no fim apressado sem nunca parecer convincente. Decisões estúpidas que desafiam a inteligência do espectador.
Ainda que existam mínimas recompensas para quem acompanhou toda a história, The Boys chega enfraquecida, sem V1 e a passos de se tornar desinteressante. Engraçado como a série conseguiu passsar do crítico ao criticado.
Um detalhe, sabendo que é bem diferente do material original, eu fui conhecer a história dos quadrinhos. Poxa, por mais que muitas coisas na série sejam realmente boas em suas adaptações, o desfecho da história me pareceu tão melhor resolvido, mais agridoce e funcional nos quadrinhos do que na série.
A Série da saga do tri é pra lá de piegas, ufanista, muito didática e certamente mentirosa. É bizarro como futebol é um esporte difícil de ser filmado, e olhe que essa série é bem esforçada nesse sentido. Nunca fica realmente legal em produção de ficção. Mas foi muito bacana de ver nesse período de Copa do Mundo. Invoca um poder de enaltecer uma das melhores coisas que o Brasil tem reconhecidamente no mundo a fora, sua relevância e paixão pelo futebol. Uma pena que perdemos nosso poder e favoritismo com o passar dos anos. Gosto do protagonismo dado ao João Saldanha, o grande herói da série e também não achei exagerado os maneirismo do Zagallo. A retratação dos principais jogadores tiveram uma caracterização bem satisfatória também. Principalmente o Pelé.
Produção Nacional de primeiríssima categoria. A fábula do heróis bandidos continua muito satisfatória e divertida. É ótimo ver a qualidade cinematográfica dessa série sendo filmada no sertão do meu Nordeste. Acredito que para nós aqui da região ela faz ainda mais sentido, por mais que exista uma esticada em alguns estereótipos em alguns momentos. A tensão é perene e os personagens estão cada vez melhores em seus dilemas a lá Robin Hood. Talvez tenham pesado a mão no Ubaldo, tá um pouco mais afetado que na primeira. E as cenas no passado em preto e branco sempre parecem muito cafonas, por mais que sejam importantes para a construção da história que está sendo contada na temporada.
Uma romcom em formato de anime, com todos os bons requisitos que o estilo possui. É divertido de assistir sem maiores compromissos. Todo o jogo mental dos personagens principais se evitando e ao mesmo tempo se aproximando da inevitável paixão rende momentos engraçados e constrangedores. Todas as temporadas mantêm praticamente a mesma média de qualidade. Talvez exista uma gordurinha extra na segunda, mas nada que gere episódios inassistíveis. Foi legal ver um anime diferente do que geralmente vejo.
Acredito que para muita gente essa é a Skins de toda uma nova geração. Eu entendo. A série tem apresentações fantásticas de tantos personagens cheios de camadas, com tantos atores incríveis e promissores dando vida a esses, em uma primeira temporada muito boa que desde a estreia elevou o status do programa a algo que precisava ser visto e aclamado.
A cinematografia é sempre um ponto alto do Show. Mas, a partir da segunda, a coisa começa a sair de controle. Por mais que até aí tudo bem, há ainda um sentimento que existe uma linha narrativa, na terceira e derradeira temporada, depois de anos e anos de negociações e ajuste de agenda a série nos conduz de lugar nenhum para nenhum lugar.
Nenhuma história parece realmente interessante nem verdadeiramente condizente e palpável com os passos anteriores, nem tão pouco eles são fechados de forma satisfatória. Personagens principais (Alguns tão apagados que nem precisavam de fato retornar) que nem parecem mais as mesmas pessoas. As pessoas mudam, mas não assim. Não mesmo. Há coisas que você pensa, “ok, esse fim faz sentido”. Mas o caminho até ele não é nunca dos melhores.
Provavelmente uma das séries com mais potencial desperdiçado para se tornar realmente memorável e não ficar marcado apenas por cortes sem contexto em redes sociais.
De forma generosa eu vou fechar com essa nota. Não conhecia a história, mas passei toda vida vendo e ouvindo falarem do quão complexo e incrível era história. De como era difícil adaptar.
Eis que finalmente comecei a ver e pelos menos no início pareceu algo muito fora da curva. Mas todas as histórias que eu gostei lá dos primeiros episódios, como o do Rubi e a da Morte. Até o primeiro episódio mesmo, não apareceram com a frequência que eu gostaria.
Toda a história não me alcançou mais na segunda parte da primeira temporada e no segundo ano, quase que na maior parte. Por último, É incrível como a maioria das séries da Netflix parecem iguais em estética, cinematografia, produção e outras coisas...
Como que chegou a isso? Depois de uma primeira temporada absurdamente boa. Uma segunda que até vai o resto foi realmente ladeira abaixo. Arrastado, forçado, cheio de conveniências absurdas, repetitivo. Muito repetitivo.
O desfecho dessa série maravilhosa, meu guilty pleasure preferido de todos os tempos, é muito bonito, emociona mesmo, principalmente para quem acompanhou tudo pelos 15 anos, que é meu caso. Porém, a temporada é fraca, toda a trama com um inimigo poderoso demais para os irmão, Deus, é pequena, sendo preenchida com muita linguiça. Mas no fim ainda aceitamos tudo, não é?
Era para ter terminado na quinta temporada? Acho que sim. Seria mais marcante e fácil de revisitar. Contudo, não me frustrei por ter seguido na estrada até aqui.
Uma série ímpar até entre as melhores de fantasia. Carnivale tem uma alma e aspectos tão únicos que tudo, mesmo que desenrolando de forma tão devagar, lhe parece novo e original. Um embate misterioso entre o bem e o mal multifacetado. Fica aqui o desejo de ver algo que nunca vai ser realizado (a série por completo, com todas as suas temporadas planejadas). E por isso, a temporada por vezes é apressada e em alguns pontos mal resolvida. Infelizmente faltou algo no caminho, fora que as pontas que ela deixa solta para imaginarmos pelo resto da nossa vida. Quem sabe um filme resolva isso.
Com uma das personagens femininas mais carismáticas, e totalmente apaixonante dos últimos tempos, Amy Sherman (Criadora da consagrada Gilmore Girls) mostra que tem um talento impar para dar voz ao mundo feminino sem agredir aos homens, apenas mostrando que todos podem, todos devem.
Ambientada na Manhattan dos anos 50, com uma fotografia estupenda e saturada de cores vivas, cenários de cartões postais do american way of life e um figurino belissímo, The Marvelous Mrs Maisel vai contar a história de Miriam Midge, uma mulher judia que vê seu marido, por quem ela tudo fazia, ir embora de uma hora para outra por um caso com a secretária.
A partir daí, a já apresentada personagem, se mostra atribulada, mas determinada a vencer o choque, e uma das alternativas é a comédia. Realizando stand up's nas noites nova iorquinas.
Com um charme único nas músicas e ambientação, a série vai relembrar e trazer muito do que Mad men representou há alguns anos. Porém, diferente da série de Don Draper, Sherman aposta numa mensagem mais direta e escrachada. Não consigo considerar The Marvelous Mrs Maisel uma comédia, ela apenas usa esse artifício para mostrar que o paradigma do mundo atual (sim, a série se passa nos anos 50, mas toca em temas bem atuais) é uma piada para rir e ser superada.
História demora a engrenar mas fica boa da metade pro fim, interessante o mistério criado com viagens no tempo e tal, a luta do bem e do mal. A produção é fraca, relevo por ser uma série alemã. Alguns personagens são bem legais, carismáticos, outros nem tanto. O ponto que talvez seja ruim é que a história não termina no fim da temporada, eles deixam muito ganchos. E aqui, isso é ruim pq vejo que a história começada precisaria de um desfecho mais satisfatório.
Ruptura (2ª Temporada)
4.1 350 Assista AgoraComo é bom ter uma série como Ruptura, uma superprodução impecável de ficção e mistério de melhor qualidade e não entregue de bandeja. Que requer sua atenção aos mínimos detalhes, que dá pra gente a oportunidade de voltar as séries que todo mundo cria milhares de teorias que não fazem nenhum sentido, mas também podem fazer.
Paranoia Agent
4.4 57 Assista AgoraDe forma isolada, os episódios funcionam tão bem causando um desconforto de uma mente estranha, pertubada que culmina em um delírio ainda mais assustador. Contudo, há alguns outros capítulos tão difíceis de adentrar na história que isso se perde e você pode acabar conferindo o relógio.
Brasil 70: A Saga do Tri
3.8 67 Assista AgoraBrasil 70: A Saga do Tri 8/10
A Série da saga do tri é pra lá de piegas, ufanista, muito didática e certamente mentirosa. É bizarro como futebol é um esporte difícil de ser filmado, e olhe que essa série é bem esforçada nesse sentido. Nunca fica realmente legal em produção de ficção. Mas foi muito bacana de ver nesse período de Copa do Mundo. Invoca um poder de enaltecer uma das melhores coisas que o Brasil tem reconhecidamente no mundo a fora, sua relevância e paixão pelo futebol. Uma pena que perdemos nosso poder e favoritismo com o passar dos anos.
Gosto do protagonismo dado ao João Saldanha, o grande herói da série e também não achei exagerado os maneirismo do Zagallo. A retratação dos principais jogadores tiveram uma caracterização bem satisfatória também. Principalmente o Pelé.
The Boys (5ª Temporada)
2.9 317 Assista AgoraThe Boys 7,5/10
Uma série que começa promissora e com o grande hype de ser uma das maiores da década. Duas temporadas incríveis, impecáveis. Apresentação de personagens carismáticos e com críticas ácidas a tantos problemas da sociedade atual.
Mas que aos poucos vai perdendo tração com nerfadas, conveniências e repetições nas temporadas seguintes.
E eis que chegamos a derradeira season e isso se acentua ainda mais. Tudo é enrolado e no fim apressado sem nunca parecer convincente. Decisões estúpidas que desafiam a inteligência do espectador.
Ainda que existam mínimas recompensas para quem acompanhou toda a história, The Boys chega enfraquecida, sem V1 e a passos de se tornar desinteressante. Engraçado como a série conseguiu passsar do crítico ao criticado.
Um detalhe, sabendo que é bem diferente do material original, eu fui conhecer a história dos quadrinhos. Poxa, por mais que muitas coisas na série sejam realmente boas em suas adaptações, o desfecho da história me pareceu tão melhor resolvido, mais agridoce e funcional nos quadrinhos do que na série.
Brasil 70: A Saga do Tri
3.8 67 Assista AgoraBrasil 70: A Saga do Tri 8/10
A Série da saga do tri é pra lá de piegas, ufanista, muito didática e certamente mentirosa. É bizarro como futebol é um esporte difícil de ser filmado, e olhe que essa série é bem esforçada nesse sentido. Nunca fica realmente legal em produção de ficção. Mas foi muito bacana de ver nesse período de Copa do Mundo. Invoca um poder de enaltecer uma das melhores coisas que o Brasil tem reconhecidamente no mundo a fora, sua relevância e paixão pelo futebol. Uma pena que perdemos nosso poder e favoritismo com o passar dos anos.
Gosto do protagonismo dado ao João Saldanha, o grande herói da série e também não achei exagerado os maneirismo do Zagallo. A retratação dos principais jogadores tiveram uma caracterização bem satisfatória também. Principalmente o Pelé.
Cangaço Novo (2ª Temporada)
4.3 45 Assista AgoraCangaço Novo 2 9/10
Produção Nacional de primeiríssima categoria. A fábula do heróis bandidos continua muito satisfatória e divertida. É ótimo ver a qualidade cinematográfica dessa série sendo filmada no sertão do meu Nordeste. Acredito que para nós aqui da região ela faz ainda mais sentido, por mais que exista uma esticada em alguns estereótipos em alguns momentos. A tensão é perene e os personagens estão cada vez melhores em seus dilemas a lá Robin Hood. Talvez tenham pesado a mão no Ubaldo, tá um pouco mais afetado que na primeira. E as cenas no passado em preto e branco sempre parecem muito cafonas, por mais que sejam importantes para a construção da história que está sendo contada na temporada.
Kaguya-sama: Love Is War (3ª Temporada)
4.5 15Kaguya-sama: Love is War 7.5/10
Uma romcom em formato de anime, com todos os bons requisitos que o estilo possui. É divertido de assistir sem maiores compromissos. Todo o jogo mental dos personagens principais se evitando e ao mesmo tempo se aproximando da inevitável paixão rende momentos engraçados e constrangedores. Todas as temporadas mantêm praticamente a mesma média de qualidade. Talvez exista uma gordurinha extra na segunda, mas nada que gere episódios inassistíveis. Foi legal ver um anime diferente do que geralmente vejo.
Euphoria (3ª Temporada)
2.9 196 Assista AgoraEuphoria 7.5/10
Acredito que para muita gente essa é a Skins de toda uma nova geração. Eu entendo. A série tem apresentações fantásticas de tantos personagens cheios de camadas, com tantos atores incríveis e promissores dando vida a esses, em uma primeira temporada muito boa que desde a estreia elevou o status do programa a algo que precisava ser visto e aclamado.
A cinematografia é sempre um ponto alto do Show. Mas, a partir da segunda, a coisa começa a sair de controle. Por mais que até aí tudo bem, há ainda um sentimento que existe uma linha narrativa, na terceira e derradeira temporada, depois de anos e anos de negociações e ajuste de agenda a série nos conduz de lugar nenhum para nenhum lugar.
Nenhuma história parece realmente interessante nem verdadeiramente condizente e palpável com os passos anteriores, nem tão pouco eles são fechados de forma satisfatória. Personagens principais (Alguns tão apagados que nem precisavam de fato retornar) que nem parecem mais as mesmas pessoas. As pessoas mudam, mas não assim. Não mesmo. Há coisas que você pensa, “ok, esse fim faz sentido”. Mas o caminho até ele não é nunca dos melhores.
Provavelmente uma das séries com mais potencial desperdiçado para se tornar realmente memorável e não ficar marcado apenas por cortes sem contexto em redes sociais.
Sandman (2ª Temporada)
3.8 135 Assista AgoraThe Sandman 7.5/5
De forma generosa eu vou fechar com essa nota. Não conhecia a história, mas passei toda vida vendo e ouvindo falarem do quão complexo e incrível era história. De como era difícil adaptar.
Eis que finalmente comecei a ver e pelos menos no início pareceu algo muito fora da curva. Mas todas as histórias que eu gostei lá dos primeiros episódios, como o do Rubi e a da Morte. Até o primeiro episódio mesmo, não apareceram com a frequência que eu gostaria.
Toda a história não me alcançou mais na segunda parte da primeira temporada e no segundo ano, quase que na maior parte. Por último, É incrível como a maioria das séries da Netflix parecem iguais em estética, cinematografia, produção e outras coisas...
X-Men: A Série Animada (5ª Temporada)
3.8 30Valeu apenas pelo episódio na segunda guerra. Temporada fraquíssima
O Conto da Aia (5ª Temporada)
4.0 208 Assista AgoraComo que chegou a isso?
Depois de uma primeira temporada absurdamente boa. Uma segunda que até vai o resto foi realmente ladeira abaixo. Arrastado, forçado, cheio de conveniências absurdas, repetitivo. Muito repetitivo.
Aquela cena final é para coroar tudo o que falei acima. Inacreditável.
[spoiler][/spoiler]
What If...? (3ª Temporada)
2.8 66 Assista Agorao Pato salvou a marvel!
Sobrenatural (15ª Temporada)
4.0 243 Assista AgoraO desfecho dessa série maravilhosa, meu guilty pleasure preferido de todos os tempos, é muito bonito, emociona mesmo, principalmente para quem acompanhou tudo pelos 15 anos, que é meu caso. Porém, a temporada é fraca, toda a trama com um inimigo poderoso demais para os irmão, Deus, é pequena, sendo preenchida com muita linguiça. Mas no fim ainda aceitamos tudo, não é?
Era para ter terminado na quinta temporada? Acho que sim. Seria mais marcante e fácil de revisitar. Contudo, não me frustrei por ter seguido na estrada até aqui.
Fawlty Towers (1ª Temporada)
4.6 13"Que?" Meu sonho é se hospedar nesse hotel maluco.
Caverna do Dragão (1ª Temporada)
4.3 399 Assista AgoraEric é melhor personagem disparado. Quem não contestaria aquele mago?
Carnivàle (2ª Temporada)
4.4 39Uma série ímpar até entre as melhores de fantasia. Carnivale tem uma alma e aspectos tão únicos que tudo, mesmo que desenrolando de forma tão devagar, lhe parece novo e original. Um embate misterioso entre o bem e o mal multifacetado. Fica aqui o desejo de ver algo que nunca vai ser realizado (a série por completo, com todas as suas temporadas planejadas). E por isso, a temporada por vezes é apressada e em alguns pontos mal resolvida. Infelizmente faltou algo no caminho, fora que as pontas que ela deixa solta para imaginarmos pelo resto da nossa vida. Quem sabe um filme resolva isso.
Maravilhosa Sra. Maisel (1ª Temporada)
4.5 234 Assista AgoraCom uma das personagens femininas mais carismáticas, e totalmente apaixonante dos últimos tempos, Amy Sherman (Criadora da consagrada Gilmore Girls) mostra que tem um talento impar para dar voz ao mundo feminino sem agredir aos homens, apenas mostrando que todos podem, todos devem.
Ambientada na Manhattan dos anos 50, com uma fotografia estupenda e saturada de cores vivas, cenários de cartões postais do american way of life e um figurino belissímo, The Marvelous Mrs Maisel vai contar a história de Miriam Midge, uma mulher judia que vê seu marido, por quem ela tudo fazia, ir embora de uma hora para outra por um caso com a secretária.
A partir daí, a já apresentada personagem, se mostra atribulada, mas determinada a vencer o choque, e uma das alternativas é a comédia. Realizando stand up's nas noites nova iorquinas.
Com um charme único nas músicas e ambientação, a série vai relembrar e trazer muito do que Mad men representou há alguns anos. Porém, diferente da série de Don Draper, Sherman aposta numa mensagem mais direta e escrachada. Não consigo considerar The Marvelous Mrs Maisel uma comédia, ela apenas usa esse artifício para mostrar que o paradigma do mundo atual (sim, a série se passa nos anos 50, mas toca em temas bem atuais) é uma piada para rir e ser superada.
Dark (1ª Temporada)
4.4 1,6KHistória demora a engrenar mas fica boa da metade pro fim, interessante o mistério criado com viagens no tempo e tal, a luta do bem e do mal. A produção é fraca, relevo por ser uma série alemã. Alguns personagens são bem legais, carismáticos, outros nem tanto. O ponto que talvez seja ruim é que a história não termina no fim da temporada, eles deixam muito ganchos. E aqui, isso é ruim pq vejo que a história começada precisaria de um desfecho mais satisfatório.
Black Mirror (3ª Temporada)
4.5 1,3K Assista AgoraBOOOORA