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Les idoles foi baseado em uma peça de teatro popular realizada pelo Centro de Experimentação em Teatro & Performance Ator fundada por Marc'O (aka Marc-Gilbert Guillaumin), que também dirigiu a versão cinematográfica de Les idoles em 1968. As estrelas do filme foram originalmente membros da avant-garde do teatro Marc'O grupo e de muitas maneiras idoles Les era um acúmulo de trabalho que fizeram juntos no palco. Esta sátira musical psicodélico serve tanto como uma crítica e, inadvertidamente, uma celebração da música pop francesa e cultura yé-yé, nos anos sessenta, que parecia combustível o espírito revolucionário na juventude francesa, ao mesmo tempo oferecendo escapismo fácil. Les idoles aparentemente recebeu uma recepção calorosa na França, quando ele estreou em 1968, mas por um motivo ou outro filme nunca foi lançado nos Estados Unidos.
O filme gira em torno da ascensão e queda de três estrelas do pop que cantam e dançam o seu caminho através Les idoles. Pierre Clémenti joga o indisciplinado e rebelde Charly "the Knife" le Surineur que é supostamente baseado na real francesa ídolo pop Johnny Hallyday e do encantador Bulle Ogier interpreta o excêntrico, doce e ingênua Gigi "a Louca" La Folle que parece ser uma combinação de duas garotas populares yé-yé, Sylvie Vartan e France Gall. E finalmente há Jean-Pierre Kalfon como o cantor com poderes psíquicos conhecido como Simão, o "Mago" le Magicien. Embora a qualidade dos números musicais em Les idoles varia, os três atores principais doar parte de seu enérgico e sensacionais performances mais intransigente neste musical.
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Eita povo frenético! Essa Gigi pula mais que tudo, e o Charlie com seu movimento pélvico maluco? kkk> Muito bom, belo retrato da vida de um ídolo 'yé-yé'. Atuações formidáveies e enérgicas, uau!
Por incrível que pareça, esta confusa sinopse traduzida ciberneticamente que acostaram ao cadastro do filme tem a ver com o que eu experimentei nalguns momentos da película (risos), visto que, apesar de seu ponto de partida ser vanguardisticamente compreensível, as soluções adotadas pelo diretor são politicamente confusas, em especial se investirmos num cotejo imediato com MASCULINO-FEMININO, com o qual este filme é muitas vezes comparado. Seja como for, o charme de Bulle Ogier, as ótimas canções interpretadas por Jean-Pierre Kalton e a atuação visceral do maravilhoso Pierre Clémenti justificam cada segundo do filme. Pergunto-me, inclusive: por que este filme é tão solenemente desconhecido? Ele tinha tudo para engrenar (comercialmente, inclusive)... WPC>