Disconnected é uma curiosidade fascinante. Não é um clássico polido do terror, mas sim um experimento B surrealista que mistura paranoia existencial, giallo suburbano e o charme da cultura das locadoras de fitas VHS. É ideal para fãs de terror underground (da safra resgatada por distribuidoras como a Vinegar Syndrome) e apreciadores de estranhezas oitentistas que priorizam atmosfera e estilo em relação a enredos perfeitamente amarrados.
Um dos filmes mais chatos que vi na minha vida. O filme é arrastado, não tem ação e não tem surpresas. A protagonista é bonita e tem algum talento, mas o filme é uma perda de tempo terrível. Talvez seja pelo fato de que originalmente, o roteiro tenha sido escrito para um curta-metragem, que o filme tenha se tornado tão chato.
Disconnected é uma curiosidade fascinante. Não é um clássico polido do terror, mas sim um experimento B surrealista que mistura paranoia existencial, giallo suburbano e o charme da cultura das locadoras de fitas VHS. É ideal para fãs de terror underground (da safra resgatada por distribuidoras como a Vinegar Syndrome) e apreciadores de estranhezas oitentistas que priorizam atmosfera e estilo em relação a enredos perfeitamente amarrados.
Ruim, parado, mortes fracas, é um suspense-terror psicológico cansativo, que precisa de muito esforço pra chegar ao final.
Razoável!
Lançado em VHS no Brasil como "Disconnected - Ligação Mortal" pela distribuidora RB Vídeo Produções.
Um dos filmes mais chatos que vi na minha vida. O filme é arrastado, não tem ação e não tem surpresas. A protagonista é bonita e tem algum talento, mas o filme é uma perda de tempo terrível. Talvez seja pelo fato de que originalmente, o roteiro tenha sido escrito para um curta-metragem, que o filme tenha se tornado tão chato.