Um adolescente introvertido, Alec, que só vivenciou o sexo através das lentes enquanto trabalhava na empresa de pornografia de seu pai, precisa sair de trás da câmera quando uma colega de classe arretada o desafia a viver uma conexão real.
"O longa abre uma discussão necessária sobre intimidade, masculinidade e a educação sentimental de uma geração que cresceu com o sexo na palma da mão desde a infância. O desfecho estabelece uma diferença clara entre estar presente e fantasiar sobre o sexo, entre visualizar e viver, entre consumir e se relacionar."
o filme soube capturar com muita honestidade e sutileza a perda da inocência. É dramático perceber o quanto o personagem se sente sujo em suas pulsões, diante de uma construção de intimidade - se encontrar verdadeiramente nu em suas fragilidades e temores. Algo próximo que o filme Shame, com o ator Fassbender, vivenciou.
- perturbador, conseguiu com sucesso. - arrancou UAU citar e mostrar a playboy em braille. - jaqueta do Brasil e a mãe do Alec ser estrangeira, tem ligação? ahhh. - fiquei pistola na ideia com o polvo. - última cena um tapa na cara hein hehe. - vontade de dar um abraço no Alec. - o trunfo fez falta: o trabalho fez unir a Nina. - primoroso a cena da Nina e Lizzie. - senti daqui toda a raiva do Alec despejando no pai através do orgulhoso "troféu". - a moça submetendo a cena de humilhação e não conseguindo entregar o que se pede, como e porque ela aceitou... situação triste, pesada. - lembro o caos da Andressa Urach e seu filho que fazem isso premissa de quase "baseado em fatos reais". - pegou muito a fala do Alec "vi pela primeira vez aos 5 anos..." a cabeça envolvida fora de hora numa órbita que não poderia ser diferente: perturbadora, volta-se a estaca aqui mas não se apaga nem esquece o que se passou, envolveram-o e (tenta) se libertar.
O elenco funciona muito bem, desde os mais limitados aos amadores ou àqueles que vieram da indústria pornográfica. Andrew Holland está como uma luva no personagem, e a dinâmica do casal funciona bem graças a Safiya Benaddi, que dá um brilho especial ao filme.
"O longa abre uma discussão necessária sobre intimidade, masculinidade e a educação sentimental de uma geração que cresceu com o sexo na palma da mão desde a infância. O desfecho estabelece uma diferença clara entre estar presente e fantasiar sobre o sexo, entre visualizar e viver, entre consumir e se relacionar."
o filme surfa na moda de demonizar a pornografia
o filme soube capturar com muita honestidade e sutileza a perda da inocência. É dramático perceber o quanto o personagem se sente sujo em suas pulsões, diante de uma construção de intimidade - se encontrar verdadeiramente nu em suas fragilidades e temores. Algo próximo que o filme Shame, com o ator Fassbender, vivenciou.
- perturbador, conseguiu com sucesso.
- arrancou UAU citar e mostrar a playboy em braille.
- jaqueta do Brasil e a mãe do Alec ser estrangeira, tem ligação? ahhh.
- fiquei pistola na ideia com o polvo.
- última cena um tapa na cara hein hehe.
- vontade de dar um abraço no Alec.
- o trunfo fez falta: o trabalho fez unir a Nina.
- primoroso a cena da Nina e Lizzie.
- senti daqui toda a raiva do Alec despejando no pai através do orgulhoso "troféu".
- a moça submetendo a cena de humilhação e não conseguindo entregar o que se pede, como e porque ela aceitou... situação triste, pesada.
- lembro o caos da Andressa Urach e seu filho que fazem isso premissa de quase "baseado em fatos reais".
- pegou muito a fala do Alec "vi pela primeira vez aos 5 anos..." a cabeça envolvida fora de hora numa órbita que não poderia ser diferente: perturbadora, volta-se a estaca aqui mas não se apaga nem esquece o que se passou, envolveram-o e (tenta) se libertar.
O elenco funciona muito bem, desde os mais limitados aos amadores ou àqueles que vieram da indústria pornográfica. Andrew Holland está como uma luva no personagem, e a dinâmica do casal funciona bem graças a Safiya Benaddi, que dá um brilho especial ao filme.