Quando termino de ver esse tipo de filme, fico me perguntado o que diabos o diretor, roteirista e produtora tinham na cabeça pra aceitar fazer uma merda dessa. A premissa, até chama a atenção: um lobisomem querendo dar uma bimbada numa lobisoma hibrida. Soa bizarro? Sim. Mas o tipo de bizarrice que pode render um cult trash divertido. Só que não.
A execução é simplesmente lamentável em todos os aspectos. O enredo se arrasta como se estivesse com preguiça de existir. São diálogos inúteis, cenas repetitivas e uma direção tediosa. As atuações... bom, pense no nível novela bíblica da Record. Nem os coadjuvantes salvam — é tudo feito no piloto automático, como se soubessem que estavam participando de algo que ninguém veria (ou esperavam que ninguém visse).
Agora, o CGI... ah, o CGI. Pior que gráficos de PlayStation 1, com transformações de lobisomem que parecem saídas de um clipe feito no PowerPoint 97. Chega a ser ofensivo. O lobisomem digital é tão mal feito que parece evaporar qualquer tensão da cena. Dá vontade de rir. De chorar. De desligar.
Curiosamente, quando o tal lobisomem aparece com efeitos práticos, ou seja, com aquela fantasia de feira de horror, até rola uma micro melhora. Ainda é tosco, ainda parece um urso peludo de pelúcia com dentes, mas ao menos é algo palpável. O problema é que isso não salva absolutamente nada.
Dark Wolf é aquele tipo de filme que te faz refletir sobre o uso do seu tempo de vida. Uma obra-prima do desastre. Um daqueles títulos que prova que, às vezes, a curiosidade realmente mata — no caso, mata seu bom senso.
Se você estiver procurando um dos piores filmes de lobisomem de todos os tempos, parabéns: esse é um fortíssimo candidato.
04.02.2008
25.11.2004
Quando termino de ver esse tipo de filme, fico me perguntado o que diabos o diretor, roteirista e produtora tinham na cabeça pra aceitar fazer uma merda dessa. A premissa, até chama a atenção: um lobisomem querendo dar uma bimbada numa lobisoma hibrida. Soa bizarro? Sim. Mas o tipo de bizarrice que pode render um cult trash divertido. Só que não.
A execução é simplesmente lamentável em todos os aspectos. O enredo se arrasta como se estivesse com preguiça de existir. São diálogos inúteis, cenas repetitivas e uma direção tediosa. As atuações... bom, pense no nível novela bíblica da Record. Nem os coadjuvantes salvam — é tudo feito no piloto automático, como se soubessem que estavam participando de algo que ninguém veria (ou esperavam que ninguém visse).
Agora, o CGI... ah, o CGI. Pior que gráficos de PlayStation 1, com transformações de lobisomem que parecem saídas de um clipe feito no PowerPoint 97. Chega a ser ofensivo. O lobisomem digital é tão mal feito que parece evaporar qualquer tensão da cena. Dá vontade de rir. De chorar. De desligar.
Curiosamente, quando o tal lobisomem aparece com efeitos práticos, ou seja, com aquela fantasia de feira de horror, até rola uma micro melhora. Ainda é tosco, ainda parece um urso peludo de pelúcia com dentes, mas ao menos é algo palpável. O problema é que isso não salva absolutamente nada.
Dark Wolf é aquele tipo de filme que te faz refletir sobre o uso do seu tempo de vida. Uma obra-prima do desastre. Um daqueles títulos que prova que, às vezes, a curiosidade realmente mata — no caso, mata seu bom senso.
Se você estiver procurando um dos piores filmes de lobisomem de todos os tempos, parabéns: esse é um fortíssimo candidato.
A cena final foi totalmente desnecessária. Só para agradar os fanáticos por terror e curtem esse tipo de cena.
A ideia era até boa, mas a execução e os efeitos puseram tudo a perder...