Momentos de inquietude na vida de uma família camponesa desestruturada. Isolados em uma plantação de arroz, com as mínimas condições, o inesperado está por acontecer.
O filme é vitimado por uma contradição elementar: o que ele tem de mais interessante é o seu enquadramento fixo, que lembra o maravilhoso curta-metragem animado russo NO FIM DO MUNDO, do Konstantin Bronzit. O problema é que, ao contrário daquele, este filme gaúcho não consegue contar a sua estória apenas pelo enquadramento distanciado, sendo requeridos alguns planos próximos explicativos. Entretanto, estes estragam a construção rígida do filme e faz com que aquilo que é mais interessante em sua feitura seja prejudicado. Um pouco mais de fidelidade conceitual ao seu projeto faria de Márcio Kinzeski um diretor mais bem sucedido. Mas valeu pela iniciativa! (WPC>)
O filme é vitimado por uma contradição elementar: o que ele tem de mais interessante é o seu enquadramento fixo, que lembra o maravilhoso curta-metragem animado russo NO FIM DO MUNDO, do Konstantin Bronzit. O problema é que, ao contrário daquele, este filme gaúcho não consegue contar a sua estória apenas pelo enquadramento distanciado, sendo requeridos alguns planos próximos explicativos. Entretanto, estes estragam a construção rígida do filme e faz com que aquilo que é mais interessante em sua feitura seja prejudicado. Um pouco mais de fidelidade conceitual ao seu projeto faria de Márcio Kinzeski um diretor mais bem sucedido. Mas valeu pela iniciativa! (WPC>)