Mariana, uma mulher de quarenta e dois anos e de classe alta, desenvolve uma amizade com seu instrutor de equitação, que vive coberto por um passado sombrio.
Assisti achando que era uma coisa,mas foi decepcionante. Os cachorros estão presentes,mas os cavalos também e não deram os créditos kkk Filminho lento,arrastado,protagonista passiva e oferecida que dá raiva. No fim,temos a máxima de que se eu fiz algo errado,não lembro. Vale pelas paisagens do Chile e pela língua espanhola, mesmo assim, não tem diálogos que valham a pena.
O filme é muito bem construído e reflete tudo o que países que sofreram com a ditadura tem de problemáticos hoje como cicatrizes que se recusam a sarar. Podíamos transferir facilmente a história para o Brasil (Ah, mas no Brasil os militares não foram presos, né? Então não dá... porque o Brasil foi bunda mole até na hora de lidar com isso). A personagem principal é a típica elite podre que representa tudo de tosco da sociedade, cercada de personagens mais toscos ainda. O filme é uma ode pitoresca desse reflexo de dinossauros da ditadura e suas crias e perpetuações contínuas. Achei bem interessante os paralelos e as profundidades nas entrelinhas. Apesar de dar a mesma nota, prefiro o filme anterior da diretora (O Verão dos Peixes-Voadores), achei mais poético e com uma personagem que dava para se identificar. Não é um filme que sairia indicando por aí, é muito de nicho, mas eu gostei.
Pelo que li na sinopse não tem cachorros no filme. Deve ser uma metáfora pra alguma coisa.
Que protagonista insuportável.
É legal, mas muito sonolento
Assisti achando que era uma coisa,mas foi decepcionante.
Os cachorros estão presentes,mas os cavalos também e não deram os créditos kkk
Filminho lento,arrastado,protagonista passiva e oferecida que dá raiva.
No fim,temos a máxima de que se eu fiz algo errado,não lembro.
Vale pelas paisagens do Chile e pela língua espanhola, mesmo assim, não tem diálogos que valham a pena.
BLOG: FILMESTRANGEIROS
O filme é muito bem construído e reflete tudo o que países que sofreram com a ditadura tem de problemáticos hoje como cicatrizes que se recusam a sarar. Podíamos transferir facilmente a história para o Brasil (Ah, mas no Brasil os militares não foram presos, né? Então não dá... porque o Brasil foi bunda mole até na hora de lidar com isso). A personagem principal é a típica elite podre que representa tudo de tosco da sociedade, cercada de personagens mais toscos ainda. O filme é uma ode pitoresca desse reflexo de dinossauros da ditadura e suas crias e perpetuações contínuas. Achei bem interessante os paralelos e as profundidades nas entrelinhas. Apesar de dar a mesma nota, prefiro o filme anterior da diretora (O Verão dos Peixes-Voadores), achei mais poético e com uma personagem que dava para se identificar. Não é um filme que sairia indicando por aí, é muito de nicho, mas eu gostei.