Acredito que a Margaret possa ter matado o próprio filho durante um surto. Pensei nisso tanto pela necessidade dela querer se provar uma boa mãe, quanto pela cena em que ela tira o bebê do forno. Não acho que tenha sido um sonho qualquer. E o David pode tanto ter sido uma pessoa real que desencadeou um transtorno, quanto a personificação dele (o vídeo da Redatora de M*%$# trazendo a perspectiva do TOC é fantástico). Quando ele diz que o bebê está dentro dele, e que se ele morrer, o bebê também morre, eu interpreto como: 1) ela se deixou dominar, fazendo com que sua doença se apoderasse de uma das coisas mais importantes que ela tinha e 2) superando a crise, ela esquece do filho, ou seja, são os rituais ("gentilezas") e a obsessão que mantêm a lembrança do filho viva. Essa ideia se conectaria com a cena final, dela "acordando" depois de ter conseguido o que queria.
Acredito que a Margaret possa ter matado o próprio filho durante um surto. Pensei nisso tanto pela necessidade dela querer se provar uma boa mãe, quanto pela cena em que ela tira o bebê do forno. Não acho que tenha sido um sonho qualquer. E o David pode tanto ter sido uma pessoa real que desencadeou um transtorno, quanto a personificação dele (o vídeo da Redatora de M*%$# trazendo a perspectiva do TOC é fantástico). Quando ele diz que o bebê está dentro dele, e que se ele morrer, o bebê também morre, eu interpreto como: 1) ela se deixou dominar, fazendo com que sua doença se apoderasse de uma das coisas mais importantes que ela tinha e 2) superando a crise, ela esquece do filho, ou seja, são os rituais ("gentilezas") e a obsessão que mantêm a lembrança do filho viva. Essa ideia se conectaria com a cena final, dela "acordando" depois de ter conseguido o que queria.