Últimas opiniões enviadas
Sensível, tocante, lúdico.
Fico impressionado que em 1955, com uma tecnologia limitadíssima, se tenha uma fotografia tão bela — planos que captam com maestria a beleza da obra, num filme simples como este.
E hoje, com toda a tecnologia e o conhecimento acumulados, as fotografias sejam tão sem graça, genéricas.
No primeiro ato do filme, pensei que sairia um coelho interessante desta cartola. Porém, depois, o que se viu foi um filme desconjuntado, personagens sem carisma e sem entrosamento, e as cenas "quentes" são mais mornas que urina.
Sem contar a trilha, que achei fraquíssima.
E de pensar que quase paguei para ver no cinema.
Últimos recados
Vou conferir os filmes que me indicou, alguns até já sabia e provavelmente já estão na minha lista de "quero ver", talvez. Brigadão ai.
Te adicionei no facebook agora. Não tenho muito costume de usá-lo tanto quanto instagram e twitter, de qualquer forma, me segue lá também: @hanleytattoo
Hey, é a Ingris. Mudei algumas coisas no meu perfil, mas ainda sou eu rs
Hoje tive um dia normal, suave. Mas a noite, ta sendo um estresse. Preciso imediatamente me distrair com algo. Me deu vontade de escrever, e me lembrei que tinha um recado seu pra responder.
Enfim, um dia desses tomei a iniciativa de assistir um filme da sua lista de favoritos: Grave.
E, puta que pariu, que filme insano! Mas nem tenho paciência pra falar sobre isso agora. Só quero ressaltar que, algumas cenas não vão sair da minha cabeça tão cedo kkk.
Quando vier me responder novamente, por favor, me indique outro filme doido assim. Se for um dos seus favoritos é melhor ainda. Estou no aguardo. vlw (:
Cristo com dilemas existenciais, isso foi o que mais me agradou. E principalmente o final
quando numa última visão tentadora, ele rejeita uma vida "mais digna", como um humano normal, para se sacrificar na cruz. Isso eleva ainda mais o ato final de Jesus.
A filmografia é boa também, apesar de achar que esta história poderia ter sido contada de maneira mais sucinta. Paul Schrader é expert em escrever histórias de declínio e redenção (mesmo essa sendo uma obra adaptada).
Entretanto, por mais admiração que eu tenha pelo Defoe, não rolou uma química entre eu e ele — não comprei ele de Jesus.
Sei que é um filme de 1988, mas achei desnecessária — beirando o sensacionalismo — as cenas com os animais.
Num todo é um bom filme, ainda que cansativo em algumas partes, o final eleva muito a narrativa da obra.