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Data de lançamento
7 Set. 2018Duração
Aniara é a história de uma das muitas naves espaciais usadas para transportar a população da Terra para o seu novo planeta natal, Marte. Mas assim como Aniara deixa a Terra em ruínas, ela colide com um asteróide e é derrubada de seu curso. Os passageiros de Aniara lentamente percebem que nunca poderão voltar; eles continuarão em frente através de um universo vazio e frio para sempre. O vencedor do prêmio Nobel da Suécia, Harry Martinsson, escreveu Aniara em 1956.
Na inexorável jornada de Aniara em direção à destruição, há uma advertência que não pode ser enfatizada o suficiente. Há apenas uma Terra. Nós temos apenas uma vida. Portanto, temos que nos responsabilizar por nossas ações e vigiar constantemente nosso ambiente e nossa humanidade.
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Você sabe que se fudeu quando a IA da nave decide se desligar permanentemente.
tô desolado
É o tipo de angústia que só a imensidão do espaço pode causar no ser humano. Somos menos, muito menos que um pálido ponto azul. Em termos de escala, não somos nada.
Ainda que algumas camadas poderiam ter sido mais exploradas o filme é perfeito em mostrar de forma linear uma temática que sempre se perde para metafísica ou soluções divinas, que é nada mais nada menos que: A realidade e o mundo real. Um dos maiores méritos desse filme, na minha opinião, foi exatamente isso, não cair na visão religiosa, na culpa divina ou no existencialismo cristão. Somos o que somos, seja na terra ou na vastidão do universo.
Agora, algo que me irritou profundamente foi a sonda que chegou na nave virar apenas um tópico curto do filme sem nenhuma explicação plausível ou que inferiu algo na trama. Na vastidão do universo um objeto estranho alcança uma nave e mesmo que não seja exatamente o que eles queriam fica por isso mesmo? Outra coisa é a falta de contato externo (Com os residentes de marte ou da terra) porque não faz sentido não haver nenhum tipo de contato, não é como se fossem uma nave que se tornou a única habitação humana, ela estava justamente indo para outro planeta, mas enfim, o foco do filme realmente não foi isso.
Tô tentando entender o que terminei de assistir... Sinto que minha nota não é justa, merecia um pouco mais. Ao mesmo tempo, não sei se gostei o suficiente para dar uma nota maior.
Parece que faltou algumas camadas a serem abordadas no filme. Entretanto, é verdade que ele parece bem redondo para o que se propõe — principalmente no quesito existencial e a nossa "quase insignificância" diante do universo.
Muito bom!