Tem bons momentos, momentos bem ruins, muita trama sem pé nem cabeça, pontas soltas – sem qualquer preocupação em explicar – e um final que quando terminou, pensei: deve ter um pós-crédito.
Mas não tinha e é isso mesmo e fiquem felizes. Gastamos milhões pra entregar essa final.
Gosto muitos dos livros do Bret, mas essa série, desapontou legal.
Meio bleh. Perde-se muito tempo apresentando os personagens e o cenário em que a trama acontece.
Achei a questão sexual maior do que realmente necessitava. E o principal: as nuances de personalidade dos personagens, em muitos momentos, me passaram uma sensação mais de facilitação da trama do que de uma coesão narrativa.
A série fica mais interessante quando o suspense investigativo ganha maior relevância.
Por fim, como passatempo, até tem seu valor. Mas não veria uma segunda temporada.
Compreendo que esta é a história de Derry e, dentro disso, se enquadra "A Coisa".
Porém, são tantas questões sociais que a série quer abordar (racismo, causa indígena, bullying, injustiças etc.), que a história da Coisa fica em segundo plano apenas para ilustrar todo esse contexto. E isso me cansou.
Cada episódio se arrasta demais, com diálogos e exposições que forçam a barra e que levam a questões entediantes. E o terror em si vai ficando para trás.
As tramas adultas são chatas, algumas irritantes, e a estrutura visual construída por uma infinidade de CGI, atrapalha a imersão de época.
Entretanto, gostei de alguns gore, e do resgate do personagem Hallorann, de "O Iluminado".
Por ter curtido muito os filmes, e a expectativa que isso me gerou, a minha experiência com a série foi o famoso: achei que era sorvete, mas era feijão (e estragado).
Um filme (mesmo que dividido em duas partes) focado no que realmente interessa — contando a origem da Coisa e sua relação com Derry e as crianças —, seria mais do que suficiente.
O que me segurou foi o Rich (ótimo ator), Hollorann, e as esporádicas aparições de Pennywise (que se fazem em maior quantidade no final).
Não sei se terá mais temporadas. Se sim, boa sorte para quem fica. Embarquei e desembarquei nesta primeira temporada. Realmente me cansei de crianças fazendo papel de adultos, e adultos de crianças. Devo tá ficando velho.
Ainda que faça uso de licenças dramáticas, esta é, inegavelmente, uma obra grandiosa. Os planos escolhidos na fotografia são de tirar o fôlego, as atuações são impecáveis, e o trabalho com os figurinos e a vasta quantidade de figurantes conferem-lhe o status de verdadeira obra de arte. É notável o cuidado com os detalhes e o profundo respeito pela história que está sendo contada, a trajetória de Cristo.
No entanto, embora admire a sua grandiosidade épica, senti falta de momentos cruciais, como a tentação de Jesus no deserto, e de uma maior dramaticidade na Via Crucis. Contudo, isso não diminui a potência desta aclamada minissérie. Robert Powell nos presenteia com uma atuação de gala e memorável, irretocável em sua interpretação de Cristo.
Sem dúvidas, é uma produção que ficará guardada para sempre na minha memória.
Bom, seguindo o que foi dito pela Maria, até que enfim temos um lugar onde o comunismo (até agora) parece que deu certo. Não tinha lugar melhor: na ficção.
Finalizado TWD, ficou bem claro, pra mim ao menos, que Rick e sua trupi foram os grandes vilões da série, os cânceres de boa parte das 11 temporadas. Conseguiram foder com basicamente todas as outras comunidades que tiveram contato. Antes de Rick e sua turma chegar, as comunidades, cada uma a sua maneira, funcionavam. E aí chegava os "benfeitores" com seu discurso moralizador, altruísta, entediante, e acabavam detonando tudo que havia sido construído nas comunidades e que funcionava. Demonstrando que por trás de todo aquele discurso humanitário, tinha uma ambição quase doentia.
O que Walking Dead me deixou claro, é que todo esse discurso politicamente correto, que é uma das coisas mais chatas da série (e dos tempos atuais), só serve pra enganar bobo. Rick e seus comparsas não respeitavam nada de que não fosse dentro do conceito DELES de ver o mundo, dizimando todos aqueles que pensassem diferente.
No final das contas, eu estava torcendo mais pras comunidades que eles invadiam do que para os nossos protagonistas.
O ponto forte da série, e me fez perceber isso somente agora, sempre foram os ditos antagonistas: Shane, Governador, Merli, Negan, Alpha, Lance e por aí vai. Personagens mais atraentes, sedutores e interessantes do que os do lado luminoso da força.
Como narrativa, a série definhou ao longo dos anos. Teve um começo apoteótico, depois se destruiu por não saber quando terminar.
Série rápida. Vi toda num domingo. Tem mais altos do que baixos. Eu entendo da Pâmela não querer reavivar uma história bruta que nem esta, e desprezar a série. Porém, ela deveria dar uma chance e assisti-la. Acho que os criadores foram respeitosos com a Pam, demonstrando uma personagem sensível e que acabou sofrendo os danos colaterais de uma vingança (sendo a principal vítima deste processo).
Fora isso, assistindo algumas entrevistas da Pam, achei a personagem da Lily mais bobinha do que a real. Tommy Lee ficou mais fidedigno.
Em termos de caracterização, ambos ótimos. Uma abordagem realista do período daquela década.
O entrosamento da Lily com o Stan ficou excelente também.
E dentre as minhas pesquisas, a história foi contada com bastante fidelidade, dentro das nuances que o cinema permite como entretenimento.
No fim, aqui se encaixa perfeitamente a frase do Seu Madruga: A vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena.
Gosto muito das duas temporadas, mas como acho chato aquela história da espiã russa. Puta merda. Poderiam ter colocado de outra forma essa abordagem. Mais subjetiva. Tanto na primeira como na segunda temporada, quando saía da investigação e se voltavam pra essa parte da trama, decaia além da conta a série. Me desconectava total.
Pra quem gosta de fatos históricos, com pitadas conspiracionistas (tipo eu) é um prato cheio.
A relação da Mimi com a Susie é cansativa e não sai do lugar. O ceticismo quase extremo do doutor aliado ao capitão também incomoda um pouco (ainda mais depois de tudo que viram e vivenciaram). Mas num todo gostei da série. Vou assistir a segunda temporada sabendo que foi cancelada. Uma pena.
E eu reclamei do final anterior. Não existe nada tão ruim que não possa piorar.
E que personagem fraco esse Harrison, puta merda. Além do ator (ou o papel que entregaram a ele) não ter nada de carisma ou simpatia. Na verdade, esse foi um dos principais defeitos da série, poucos (pra não dizer nenhum) personagens interessantes.
Acho que poderiam ter feito um filme se queriam dar um final "melhor" para o Dexter, e não toda uma temporada pra ter esse final tão óbvio, e muito desapontante em sua construção.
Melhor que a primeira temporada (principalmente pela construção dos personagens), mas apesar dos seus 8 episódios apenas, parece ter 15.
A série começa bem, mas depois o vilão perde poder, as brigas internas e conflitos não convencem, e chega um ponto que até a bondade de um dos personagens se torna extremamente irritante, chata, enjoada.
Depois que se descobre o assassino, o que o motiva a caçar a turma já residente na casa (antes dos monitores chegarem), é frágil, pobre, simplista. Se tivessem apenas os monitores, faria muito mais sentido.
O final compensa, vale a pena.
Apesar do Carrasco do primeiro ser mais simpático e emblemático, como série, a segunda temporada foi melhor pensada e construída.
Protagonista chata, sem sal, carisma zero. Onde eu torci ferrenhamente que o carrasco desse um jeito nela o mais rápido possível. Os únicos dois personagens realmente interessantes, são: Tom e o Carrasco (até descobrirmos quem ele é, o que acaba com todo encanto).
A série é cheia de Deus Ex Machina, termo utilizado para dizer quando uma solução aparece do nada.
Olha, como um mero entretenimento passa. Mais do que isso, é perda de tempo.
Ps: Apesar dos altos e baixos da segunda temporada, ela é melhor, principalmente pelo final e construção de personagens. Mas como motivação e simpatia, o Carrasco é melhor vilão.
Amma está presa numa instituição para menores infratores até completar 18 anos, onde provavelmente será transferida para um presídio normal. E essa confissão (em relação a morte de Ann e Natalie) acontece numa visita de Camille a ela.
— Eu fui amiga delas por um tempo — disse finalmente, a cabeça baixa, falando para o peito. — Nós nos divertíamos correndo pela floresta. Éramos selvagens. Machucávamos coisas juntas. Matamos um gato uma vez. Mas então ela — como sempre, o nome de Adora não era dito — ficou toda interessada nelas. Eu nunca pude ter nada só para mim. Elas não eram mais um segredo meu. Estavam sempre aparecendo em casa. Começaram a me fazer perguntas sobre ficar doente. Elas iriam estragar tudo. Elas nem sequer se davam conta — continuou Amma, esfregando com firmeza os cabelos cortados. — E por que Ann tinha que morder… ela? Eu não conseguia deixar de pensar nisso. Por que Ann podia morder e eu não podia?
Ela se recusou a dizer mais, respondeu apenas com suspiros e tossidas. Quanto aos dentes, ela os pegou só porque precisava deles. A casa de bonecas tinha de ser perfeita, assim como tudo o mais que Amma amava.
Acho que há mais. Ann e Natalie morreram porque Adora prestou atenção nelas. Amma só podia ver isso como uma injustiça. Amma, que por tanto tempo permitira que minha mãe a adoecesse. Algumas vezes se você deixa as pessoas fazerem coisas a você, na verdade você está fazendo a elas. Amma controlava Adora deixando Adora adoecê-la. Em troca exigia amor e lealdade incontestes. Outras garotinhas não eram aceitas. Pelas mesmas razões ela assassinou Lily Burke. Porque, Amma suspeitava, eu gostava mais dela.
Você pode dar quatro mil outros palpites, claro, sobre por que Amma fez isso. No final resta um fato: Amma gostava de machucar. Eu gosto de violência, ela gritara para mim. Eu culpo minha mãe. Uma criança criada com veneno considera dor um consolo. ***** Ps: As amigas dela fizeram acordos admitindo que ajudaram (segurando as garotas) Amma a matar as duas meninas em Wind Gap e foram levadas para um hospital psiquiátrico.
Vejo as pessoas aqui enaltecendo esta série (que diga-se de passagem, as atuações são horrorosas, típicas de Malhação) e argumentando sobre o "complexo de vira-latas" que o brasileiro tem com as produções nacionais. Daí eu me pergunto, quem diz isso, já viu "Magnífica 70"? Ou "O Negócio"? Ou "Psi"?
Pra mim 3% é uma série pra adolescentes, com diálogos bobos, um roteiro que corre onde tem que desenvolver e desenvolve onde tem que correr, e atuações deploráveis.
Então não me venham com essa de complexo de vira-lata, porque dentro do próprio país há outras produções muito, mas muito melhores que esta.
22.11.63
4.2 297Tem seus momentos positivos. Ao mesmo tempo, volta e meia, desfoca da trama principal para umas tramas sem graça, pra preencher tempo de tela.
Gosto muito do James Franco, porém, tenho a impressão de que esse papel não era pra ele.
Além disso, pra mim, havia muitas outras formas, e mais rápidas, de chegar ao objetivo que ele queria.
Enfim... O final é bonito, mas, até lá, é um jogo de paciência.
Estilhaços (1ª Temporada)
2.5 16 Assista AgoraTem bons momentos, momentos bem ruins, muita trama sem pé nem cabeça, pontas soltas – sem qualquer preocupação em explicar – e um final que quando terminou, pensei: deve ter um pós-crédito.
Mas não tinha e é isso mesmo e fiquem felizes. Gastamos milhões pra entregar essa final.
Gosto muitos dos livros do Bret, mas essa série, desapontou legal.
The Hunting Wives (1ª Temporada)
3.5 20 Assista AgoraMeio bleh. Perde-se muito tempo apresentando os personagens e o cenário em que a trama acontece.
Achei a questão sexual maior do que realmente necessitava. E o principal: as nuances de personalidade dos personagens, em muitos momentos, me passaram uma sensação mais de facilitação da trama do que de uma coesão narrativa.
A série fica mais interessante quando o suspense investigativo ganha maior relevância.
Por fim, como passatempo, até tem seu valor. Mas não veria uma segunda temporada.
It: Bem-Vindos a Derry (1ª Temporada)
4.1 374 Assista AgoraSérie desinteressante. Flertando com o enfadonho.
Compreendo que esta é a história de Derry e, dentro disso, se enquadra "A Coisa".
Porém, são tantas questões sociais que a série quer abordar (racismo, causa indígena, bullying, injustiças etc.), que a história da Coisa fica em segundo plano apenas para ilustrar todo esse contexto. E isso me cansou.
Cada episódio se arrasta demais, com diálogos e exposições que forçam a barra e que levam a questões entediantes. E o terror em si vai ficando para trás.
As tramas adultas são chatas, algumas irritantes, e a estrutura visual construída por uma infinidade de CGI, atrapalha a imersão de época.
Entretanto, gostei de alguns gore, e do resgate do personagem Hallorann, de "O Iluminado".
Por ter curtido muito os filmes, e a expectativa que isso me gerou, a minha experiência com a série foi o famoso: achei que era sorvete, mas era feijão (e estragado).
Um filme (mesmo que dividido em duas partes) focado no que realmente interessa — contando a origem da Coisa e sua relação com Derry e as crianças —, seria mais do que suficiente.
O que me segurou foi o Rich (ótimo ator), Hollorann, e as esporádicas aparições de Pennywise (que se fazem em maior quantidade no final).
Não sei se terá mais temporadas. Se sim, boa sorte para quem fica. Embarquei e desembarquei nesta primeira temporada. Realmente me cansei de crianças fazendo papel de adultos, e adultos de crianças. Devo tá ficando velho.
E um abraço pro gaiteiro.
Jesus de Nazaré
3.7 160Ainda que faça uso de licenças dramáticas, esta é, inegavelmente, uma obra grandiosa. Os planos escolhidos na fotografia são de tirar o fôlego, as atuações são impecáveis, e o trabalho com os figurinos e a vasta quantidade de figurantes conferem-lhe o status de verdadeira obra de arte. É notável o cuidado com os detalhes e o profundo respeito pela história que está sendo contada, a trajetória de Cristo.
No entanto, embora admire a sua grandiosidade épica, senti falta de momentos cruciais, como a tentação de Jesus no deserto, e de uma maior dramaticidade na Via Crucis. Contudo, isso não diminui a potência desta aclamada minissérie. Robert Powell nos presenteia com uma atuação de gala e memorável, irretocável em sua interpretação de Cristo.
Sem dúvidas, é uma produção que ficará guardada para sempre na minha memória.
The Last of Us (1ª Temporada)
4.4 1,2K Assista AgoraBom, seguindo o que foi dito pela Maria, até que enfim temos um lugar onde o comunismo (até agora) parece que deu certo. Não tinha lugar melhor: na ficção.
The Walking Dead (11ª Temporada)
3.5 254 Assista AgoraFinalizado TWD, ficou bem claro, pra mim ao menos, que Rick e sua trupi foram os grandes vilões da série, os cânceres de boa parte das 11 temporadas. Conseguiram foder com basicamente todas as outras comunidades que tiveram contato. Antes de Rick e sua turma chegar, as comunidades, cada uma a sua maneira, funcionavam. E aí chegava os "benfeitores" com seu discurso moralizador, altruísta, entediante, e acabavam detonando tudo que havia sido construído nas comunidades e que funcionava. Demonstrando que por trás de todo aquele discurso humanitário, tinha uma ambição quase doentia.
O que Walking Dead me deixou claro, é que todo esse discurso politicamente correto, que é uma das coisas mais chatas da série (e dos tempos atuais), só serve pra enganar bobo. Rick e seus comparsas não respeitavam nada de que não fosse dentro do conceito DELES de ver o mundo, dizimando todos aqueles que pensassem diferente.
No final das contas, eu estava torcendo mais pras comunidades que eles invadiam do que para os nossos protagonistas.
O ponto forte da série, e me fez perceber isso somente agora, sempre foram os ditos antagonistas: Shane, Governador, Merli, Negan, Alpha, Lance e por aí vai. Personagens mais atraentes, sedutores e interessantes do que os do lado luminoso da força.
Como narrativa, a série definhou ao longo dos anos. Teve um começo apoteótico, depois se destruiu por não saber quando terminar.
Minha nota é pelas 11 temporadas.
Gigolô Americano (1ª Temporada)
2.8 8Boa série. Gosto do desenvvimento, entretanto começa a perder força, e o último episódio é pra lá de entediante, com desfechos mamão com açúcar.
Pam & Tommy
3.8 80 Assista AgoraSérie rápida. Vi toda num domingo. Tem mais altos do que baixos. Eu entendo da Pâmela não querer reavivar uma história bruta que nem esta, e desprezar a série. Porém, ela deveria dar uma chance e assisti-la. Acho que os criadores foram respeitosos com a Pam, demonstrando uma personagem sensível e que acabou sofrendo os danos colaterais de uma vingança (sendo a principal vítima deste processo).
Fora isso, assistindo algumas entrevistas da Pam, achei a personagem da Lily mais bobinha do que a real. Tommy Lee ficou mais fidedigno.
Em termos de caracterização, ambos ótimos. Uma abordagem realista do período daquela década.
O entrosamento da Lily com o Stan ficou excelente também.
E dentre as minhas pesquisas, a história foi contada com bastante fidelidade, dentro das nuances que o cinema permite como entretenimento.
No fim, aqui se encaixa perfeitamente a frase do Seu Madruga: A vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena.
Em Nome do Céu
3.6 52 Assista AgoraÉ, legalzinha. Tem seus altos e baixos, mas num todo, vale a pena. Algumas cenas do último episódio, como a do posto de gasolina, bem forçada, brega.
Enfim... é isso.
Projeto Livro Azul (2ª Temporada)
4.0 21Gosto muito das duas temporadas, mas como acho chato aquela história da espiã russa. Puta merda. Poderiam ter colocado de outra forma essa abordagem. Mais subjetiva. Tanto na primeira como na segunda temporada, quando saía da investigação e se voltavam pra essa parte da trama, decaia além da conta a série. Me desconectava total.
Projeto Livro Azul (1ª Temporada)
3.6 38Pra quem gosta de fatos históricos, com pitadas conspiracionistas (tipo eu) é um prato cheio.
A relação da Mimi com a Susie é cansativa e não sai do lugar. O ceticismo quase extremo do doutor aliado ao capitão também incomoda um pouco (ainda mais depois de tudo que viram e vivenciaram). Mas num todo gostei da série. Vou assistir a segunda temporada sabendo que foi cancelada. Uma pena.
American Playboy: A História de Hugh Hefner
3.9 8 Assista AgoraÉ um doc bem conduzido e uma ótima montagem. Um bom resumo sobre o império que Hugh construiu.
Dexter: Sangue Novo
3.7 419 Assista AgoraE eu reclamei do final anterior. Não existe nada tão ruim que não possa piorar.
E que personagem fraco esse Harrison, puta merda. Além do ator (ou o papel que entregaram a ele) não ter nada de carisma ou simpatia. Na verdade, esse foi um dos principais defeitos da série, poucos (pra não dizer nenhum) personagens interessantes.
Acho que poderiam ter feito um filme se queriam dar um final "melhor" para o Dexter, e não toda uma temporada pra ter esse final tão óbvio, e muito desapontante em sua construção.
Enfim... descartável.
Round 6 (1ª Temporada)
4.0 1,3K Assista AgoraBléh!
Drácula (1ª Temporada)
3.1 418 Assista AgoraCaberia no "Contos da Cripta", que passava na Bandeirantes.
Decepção total.
Valeu apenas pela frase em relação ao monstro e o advogado.
Messiah (1ª Temporada)
3.7 167 Assista AgoraEssa série me fez bem...
Vai muito do que se está vivendo e no que se acredita. E é aí que a série acerta, ao não dar certeza dos fatos.
Um cético vai pensar de um jeito, um Cristão de outro, um agnóstico de outro e assim por diante.
Admito que temia pela série, visto às últimas produções da Netflix sobre o tema. Mas confesso que acertaram em Messiah.
The Deuce (3ª Temporada)
4.3 41 Assista AgoraSérie enxuta, focada em personagens reais, tocantes; mostrando com maestria o cenário de uma (as) época.
Entre às minhas prateleiras de séries vistas, The Deuce ocupa a mais alta.
David Simon se mostra um excepcional contador de história.
O Escolhido (1ª Temporada)
3.0 67 Assista AgoraNovelesca. Irmã gêmea das séries da Globo. Desde fotografia, passando pelas atuações e finalizando em um roteiro extremamente verborrágico.
Personagens cansativos e chatíssimos, com alguns momentos pra lá de piegas.
Mayans M.C. (1ª Temporada)
3.9 64 Assista AgoraAlguns efeitos toscos, mas boa trama e um final excelente.
Slasher: Guilty Party (2ª Temporada)
3.4 160 Assista AgoraMelhor que a primeira temporada (principalmente pela construção dos personagens), mas apesar dos seus 8 episódios apenas, parece ter 15.
A série começa bem, mas depois o vilão perde poder, as brigas internas e conflitos não convencem, e chega um ponto que até a bondade de um dos personagens se torna extremamente irritante, chata, enjoada.
Depois que se descobre o assassino, o que o motiva a caçar a turma já residente na casa (antes dos monitores chegarem), é frágil, pobre, simplista. Se tivessem apenas os monitores, faria muito mais sentido.
O final compensa, vale a pena.
Apesar do Carrasco do primeiro ser mais simpático e emblemático, como série, a segunda temporada foi melhor pensada e construída.
Slasher: The Executioner (1ª Temporada)
3.1 239 Assista AgoraProtagonista chata, sem sal, carisma zero. Onde eu torci ferrenhamente que o carrasco desse um jeito nela o mais rápido possível. Os únicos dois personagens realmente interessantes, são: Tom e o Carrasco (até descobrirmos quem ele é, o que acaba com todo encanto).
A série é cheia de Deus Ex Machina, termo utilizado para dizer quando uma solução aparece do nada.
Olha, como um mero entretenimento passa. Mais do que isso, é perda de tempo.
Ps: Apesar dos altos e baixos da segunda temporada, ela é melhor, principalmente pelo final e construção de personagens. Mas como motivação e simpatia, o Carrasco é melhor vilão.
Objetos Cortantes
4.3 877 Assista AgoraSOBRE O FINAL: Para quem não entendeu muito o final (quais os motivos para o ocorrido), deixo abaixo o trecho do livro onde fica tudo às claras.
Amma está presa numa instituição para menores infratores até completar 18 anos, onde provavelmente será transferida para um presídio normal. E essa confissão (em relação a morte de Ann e Natalie) acontece numa visita de Camille a ela.
— Eu fui amiga delas por um tempo — disse finalmente, a cabeça baixa, falando para o peito. — Nós nos divertíamos correndo pela floresta. Éramos selvagens. Machucávamos coisas juntas. Matamos um gato uma vez. Mas então ela — como sempre, o nome de Adora não era dito — ficou toda interessada nelas. Eu nunca pude ter nada só para mim. Elas não eram mais um segredo meu. Estavam sempre aparecendo em casa. Começaram a me fazer perguntas sobre ficar doente. Elas iriam estragar tudo. Elas nem sequer se davam conta — continuou Amma, esfregando com firmeza os cabelos cortados. — E por que Ann tinha que morder… ela? Eu não conseguia deixar de pensar nisso. Por que Ann podia morder e eu não podia?
Ela se recusou a dizer mais, respondeu apenas com suspiros e tossidas. Quanto aos dentes, ela os pegou só porque precisava deles. A casa de bonecas tinha de ser perfeita, assim como tudo o mais que Amma amava.
Acho que há mais. Ann e Natalie morreram porque Adora prestou atenção nelas. Amma só podia ver isso como uma injustiça. Amma, que por tanto tempo permitira que minha mãe a adoecesse. Algumas vezes se você deixa as pessoas fazerem coisas a você, na verdade você está fazendo a elas. Amma controlava Adora deixando Adora adoecê-la. Em troca exigia amor e lealdade incontestes. Outras garotinhas não eram aceitas. Pelas mesmas razões ela assassinou Lily Burke. Porque, Amma suspeitava, eu gostava mais dela.
Você pode dar quatro mil outros palpites, claro, sobre por que Amma fez isso. No final resta um fato: Amma gostava de machucar. Eu gosto de violência, ela gritara para mim. Eu culpo minha mãe. Uma criança criada com veneno considera dor um consolo.
*****
Ps: As amigas dela fizeram acordos admitindo que ajudaram (segurando as garotas) Amma a matar as duas meninas em Wind Gap e foram levadas para um hospital psiquiátrico.
3% (1ª Temporada)
3.6 772 Assista AgoraVejo as pessoas aqui enaltecendo esta série (que diga-se de passagem, as atuações são horrorosas, típicas de Malhação) e argumentando sobre o "complexo de vira-latas" que o brasileiro tem com as produções nacionais. Daí eu me pergunto, quem diz isso, já viu "Magnífica 70"? Ou "O Negócio"? Ou "Psi"?
Pra mim 3% é uma série pra adolescentes, com diálogos bobos, um roteiro que corre onde tem que desenvolver e desenvolve onde tem que correr, e atuações deploráveis.
Então não me venham com essa de complexo de vira-lata, porque dentro do próprio país há outras produções muito, mas muito melhores que esta.