Retornando a Saint-Martial para o funeral de seu falecido chefe, a estadia de Jérémie vira um caos com um vizinho ameaçador, um desaparecimento e as intenções duvidosas de um abade.
Personagens grotescos orbitando uma narrativa pífia e risivelmente arrastada! A trama, por mais que tenha diálogos interessantes, não consegue sustentar mediante os personagens ruins e a história arrastada e extremamente chata. Detestei essa porcaria do início ao fim… só consegui sentir tédio e vergonha alheia! Perdi meu tempo vendo essa porcaria
Produção interessante, entrega boas atuações, fotografia e críticas. Prende o telespectador pela estranheza e curiosidade. O tom cômico de alguns atos acrescenta muito.
- metade do filme é tentando entender o que ta acontecendo ou o que aconteceu no passado e a outra metade é arrependimento de ter entendido - não estava preparado para ver o cogumelo do padre - me remeteu a teorema do pasolini, mas mais perturbador
Até curto a estranheza cômica com as quais as cenas são filmadas, mas o desenrolar por vezes se torna um convite ao sono de tanto vai e vem. Catherine Frot, no entanto, sustenta o filme.
Personagens grotescos orbitando uma narrativa pífia e risivelmente arrastada! A trama, por mais que tenha diálogos interessantes, não consegue sustentar mediante os personagens ruins e a história arrastada e extremamente chata. Detestei essa porcaria do início ao fim… só consegui sentir tédio e vergonha alheia! Perdi meu tempo vendo essa porcaria
Produção interessante, entrega boas atuações, fotografia e críticas. Prende o telespectador pela estranheza e curiosidade. O tom cômico de alguns atos acrescenta muito.
que twink aprontona, hein
- metade do filme é tentando entender o que ta acontecendo ou o que aconteceu no passado e a outra metade é arrependimento de ter entendido
- não estava preparado para ver o cogumelo do padre
- me remeteu a teorema do pasolini, mas mais perturbador
Até curto a estranheza cômica com as quais as cenas são filmadas, mas o desenrolar por vezes se torna um convite ao sono de tanto vai e vem. Catherine Frot, no entanto, sustenta o filme.