A vida de Margaret está em ordem. Ela é capaz, disciplinada e bem-sucedida. Tudo está sob controle. Isto é, até que David retorna, levando consigo os horrores do passado de Margaret.
Acredito que a Margaret possa ter matado o próprio filho durante um surto. Pensei nisso tanto pela necessidade dela querer se provar uma boa mãe, quanto pela cena em que ela tira o bebê do forno. Não acho que tenha sido um sonho qualquer. E o David pode tanto ter sido uma pessoa real que desencadeou um transtorno, quanto a personificação dele (o vídeo da Redatora de M*%$# trazendo a perspectiva do TOC é fantástico). Quando ele diz que o bebê está dentro dele, e que se ele morrer, o bebê também morre, eu interpreto como: 1) ela se deixou dominar, fazendo com que sua doença se apoderasse de uma das coisas mais importantes que ela tinha e 2) superando a crise, ela esquece do filho, ou seja, são os rituais ("gentilezas") e a obsessão que mantêm a lembrança do filho viva. Essa ideia se conectaria com a cena final, dela "acordando" depois de ter conseguido o que queria.
Que porra foi essa aqui??? Pensa num filme doido... mais doido ainda é quem teve a ideia de transformar isso em um longa! Quando eu achei que ia rolar um plot twist de explodir crânios, os caras simplesmente abraçaram a doideira ainda mais! kkkkk
Dou duas estrelas só pela atuação da Rebecca Hall, que está fenomenal aqui. Ela carrega essa loucura nas costas e vai se transformando ao longo do filme. Que atuação, meus amigos!
Segue a linha metáfora do espetacular Men - Faces do Medo de Alex Garland, não tem o mesmo impacto que o citado, mas Hall e Roth mandam bem e vale a sessão.
Acredito que a Margaret possa ter matado o próprio filho durante um surto. Pensei nisso tanto pela necessidade dela querer se provar uma boa mãe, quanto pela cena em que ela tira o bebê do forno. Não acho que tenha sido um sonho qualquer. E o David pode tanto ter sido uma pessoa real que desencadeou um transtorno, quanto a personificação dele (o vídeo da Redatora de M*%$# trazendo a perspectiva do TOC é fantástico). Quando ele diz que o bebê está dentro dele, e que se ele morrer, o bebê também morre, eu interpreto como: 1) ela se deixou dominar, fazendo com que sua doença se apoderasse de uma das coisas mais importantes que ela tinha e 2) superando a crise, ela esquece do filho, ou seja, são os rituais ("gentilezas") e a obsessão que mantêm a lembrança do filho viva. Essa ideia se conectaria com a cena final, dela "acordando" depois de ter conseguido o que queria.
Que porra foi essa aqui???
Pensa num filme doido... mais doido ainda é quem teve a ideia de transformar isso em um longa! Quando eu achei que ia rolar um plot twist de explodir crânios, os caras simplesmente abraçaram a doideira ainda mais! kkkkk
Dou duas estrelas só pela atuação da Rebecca Hall, que está fenomenal aqui. Ela carrega essa loucura nas costas e vai se transformando ao longo do filme. Que atuação, meus amigos!
Só isso mesmo que se salva.
Simplesmente amei a performance da Rebecca Hall nesse filme, mas não entendi porra nenhuma kkkkkkk
Apesar de não ter entendido 100%, é tudo muito pesado
Segue a linha metáfora do espetacular Men - Faces do Medo de Alex Garland, não tem o mesmo impacto que o citado, mas Hall e Roth mandam bem e vale a sessão.