Uma mulher madura e sua filha de 14 anos sonambulando em plena vigília. Um casamento nos limites de uma crise silenciada. Uma família ritualística, matriarcal e inata. Avó, irmãos e primos. Uma nova comemoração do final do ano na antiga casa histórica da família é o recinto para que os sonâmbulos finalmente acordem.
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Uma pena saber que um enredo tão interessante acabou sendo tão mal desenvolvido...
O final não me surpreendeu em nada... Já estava na cara que alguém, mãe ou filha, em algum momento sofreria (ou teria sofrido) um estupro e provavelmente envolvendo essa família indigesta.
Confesso que esperava ver o estuprador levando mais porrada também, mas ok. Se eu fosse esse pai teria espancado esse piá.
Acho que se cortasse metade do blá blá blá do filme e investisse mais na parte final, poderia ser um filmão.
Um turbilhão de sentimentos. Drama intenso, nos levando ao último ato que tem um desfecho bem sério. Que passeio indesejável!
Interessante mas exige uma certa paciência, o ultimo ato foi muito bom. Gosto muito da Érica Rivas em cena.
O filme lembra bastante as obras de Lucrecia Martel e seus dramas familiares. É teatro filmado cujo maior mérito está no elenco bem a vontade na defesa dos seus personagens.
Faltou uma mesa de bilhar ou de ping-pong.