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Data de lançamento
15 Maio 1997Duração
Maureen (Robin Wright Penn) está grávida e seu marido, Eddie (Sean Penn), está desaparecido há alguns dias. Tensa, Maureen toma alguns drinques com seu vizinho, Kiefer (James Gandolfini), que tenta estuprá-la. Quando Eddie retorna e vê sua esposa machucada, ele comete um crime e é internado numa instituição psiquiátrica. Dez anos depois, ele sai do hospital e descobre que Maureen seguiu com sua vida. Casada e com três filhos - um deles do próprio Eddie -, ele tenta reaver seus direitos como marido.
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Cara! Esse amor do personagem do Sean Penn e Robin Wright não é só aquele clichê de "viver e deixar morrer", é um negócio caótico que atropela tudo. O filme tenta te vender essa paixão avassaladora como algo lindo e poético, mas a verdade é que não se sobrevive só de amor (amor não paga boleto)
No mundo real, a responsabilidade fala muito mais alto. O roteiro viaja numa fantasia meio egoísta, onde os personagens tomam atitudes completamente irresponsáveis com a vida deles e dos outros em nome desse "sentimento supremo". É aquele tipo de filme que, se você parar para pensar dois minutos com a cabeça fria, percebe que a história romantiza uma bela de uma situação bem tóxica e caótica, pois há vidas(próxima mas muito próximas) envolvidas e isso é que realmente importa.
Pontos positivos:
Uma atuação impecável do elenco para justificar uma obsessão que, na vida real. Legal de ver como ficção, mas bem questionável como lição de vida.
Eu tava esperando uma comédia romântica dos anos 90 ou algo do tipo. Achei o filme bem esttranho e sinceramente, que mulher descompensada!
Passei altas raivas com a Maureen.
Ok, ela podia terminar com quem ela quisesse. Havia argumentos que apoiavam tanto a escolha pelo Eddie quanto pelo Joey. Ela escolheu o Eddie e fim. Ok. Mas o que ela fez com as filhas dela foi horrível. Ela simplesmente foi embora, abandonou as meninas e nem certeza deu se voltaria ou não. Só disse que "manteria contato". E o Eddie também nem tentou se aproximar da filha. Estou revoltada.
Tanto o Sean Penn quanto a Robin Wright mandam muito bem em suas atuações. Muito bem mesmo.
Debutou bonito no roteiro do pai.
Sean Penn levou Cannes... Numa performance hipnótica que vai do gangster aloprado pro apaixonado esquizofrênico.