Visual belíssimo, tanto a fotografia de Christopher Doyle quanto o figurino, provavelmente um dos filmes mais bonitos que já vi. A trilha sonora de Ryuichi Sakamoto é outra bela qualidade de produção. Já a história é um tanto arrastada, por vezes confusa e dá a sensação que a diretora não sabia exatamente onde queria chegar. É o tipo de trama que James Ivory ou Wong Kar-Wai tirariam de letra. Uns 20 minutos a menos fariam bem à trama, mas mesmo assim ela prende a atenção, não sem exigir um pouco de paciência. De novo: o visual é hipnotizante de tão bonito, as cores, locações, tudo deslumbrante.
Visual belíssimo, tanto a fotografia de Christopher Doyle quanto o figurino, provavelmente um dos filmes mais bonitos que já vi. A trilha sonora de Ryuichi Sakamoto é outra bela qualidade de produção. Já a história é um tanto arrastada, por vezes confusa e dá a sensação que a diretora não sabia exatamente onde queria chegar. É o tipo de trama que James Ivory ou Wong Kar-Wai tirariam de letra. Uns 20 minutos a menos fariam bem à trama, mas mesmo assim ela prende a atenção, não sem exigir um pouco de paciência. De novo: o visual é hipnotizante de tão bonito, as cores, locações, tudo deslumbrante.