Um garoto de 12 anos mora com sua mãe solteira, mas vivem vidas paralelas. A solidão do garoto é tanto uma fonte de liberdade como causa de sofrimento. Suas livres explorações trazem lentamente o contraste sombrio entre as regras da sociedade e as leis da natureza.
Lento, porém interessante. O filme foca no tédio e na negligência vividos por um garoto solitário. Boas atuações, com um enredo sutil e bem construído.
A relação dele com a natureza é muito bonita e natural. Já com as pessoas, em certos momentos, parecia ser invisível. Acabou se tornando o meu favorito do diretor!
A solidão, a responsabilidade e o tédio tomam conta da vida do personagem principal até a pressão exploda. O roteiro não tem pressa em mostrar a necessidade de atenção pedida por ele.
Filme lento, quase sem diálogos.
O que salva? A cena final.
esperava mais