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16 Abril 2024Luccas participa de uma competição maluca para tentar ser babá por um fim de semana na casa do maior desenvolvedor de jogos eletrônicos do mundo. Tudo para experimentar em primeira mão o mais novo game criado pelo empresário.
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Enfadonho até para os padrões do Luccas Neto. Se os primeiros filmes tinha um humor involuntário que foi perdido com a evolução natural das produções do diretor, este daqui parece jogar tudo para o alto e voltar a ser simplesmente ruim, mas sem o humor involuntário. Atribuo isso à mudança de diretor, que agora passa a ser Leandro Néri no lugar do Lucas Margutti. E se os filmes anteriores pareciam saídos do youtube, esse daqui tem uma direção que parece de novela só que mal feito, com uns enquadramentos diferentes (e piores) do que dos outros filmes do Luccas, em alguns momentos com uma Mise-en-scène horrenda. A cena que recebem a instrução da gincana, por exemplo, que nem estabelece a ambientação direito.
E mais uma vez questiono minha sanidade por fazer uma análise séria disso aqui.
A trama é ruim também, até para os padrões do Luccas. DE NOVO GINCANA. Todo filme é isso, gincana, gincana, gincana. Já deu. E, assim, se o tal do criador de jogos esperava mais inscritos na gincana, como ele realizaria ela, sendo que nas provas mal cabiam três participantes? A parte que envolve o Sony até poderia ser interessante e ter mais uma profundidade, mas a execução é piegas e a cena que desenlaça é chatíssima na execução. Muito também porque o personagem do Takeshi é chatíssimo. Toda fala dele me dava uma preguiça que vou te falar.
E, no final, o próprio Luccas não teve um arco. Ele era irresponsável e preguiçoso, mas acabou ganhando um concurso (que na verdade é uma gincana) nada a ver para ser babá, sem ter que aprender a ser responsável para isso, sendo premiado com o direito de jogar. Pois é.
Enfim, Luccas já teve filmes melhores.
Nota: 3.6/10.