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Data de lançamento
13 Out. 2017Duração
Shane e Pich são ex-namorados. Reunidos anos depois, os dois homens revivem seu romance e tentam curar as feridas do passado. Shane é assombrado pela morte trágica de sua filha, enquanto Pich sofre uma doença grave. Quando a morte se aproxima, Pich dedica seu tempo restante para fazer Bai Sri, um ornamento cerimonial. Enquanto isso, Shane se volta para o mundo espiritual para ver seu amor pela última vez.
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Belíssimo!
O filme fica muito arrastado após a metade. O ator principal é muito muito bom.
"O cadáver está cheio de vermes e imundo."
MALILA -A FLOR DO ADEUS #Malila de #AnuchaBoonyawatana Tailândia, 2017.
A perda e a dor são universais, cada um sente a sua maneira, mas todos os povos do mundo passam por esse momento. É com muita simbologia que o longa tailandês trata desses assuntos tão delicados. Rituais da cultura e crença local premeiam o contemplativo trabalho que se destaca pela originalidade nessa mostra de São Paulo. Malila pode não ser o melhor filme do festival, mas é único e belíssimo.
#AnuchitSapanpong #SukollawatKanarot #CinemaTailandês #42MostraInternacionaldeCinema
Ultra sensível!
O cinema tailandês e sua estranheza, nos mostra que não precisamos entender a obra, apenas senti-lá.
A diretora transexual Anucha Boonyawatana faz de Malila um filme diferente sobre o amor, muito mais voltado ao respeito pelo parceiro e à espiritualidade do que ao lado carnal dos relacionamentos.
É um filme arrastado que exige paciência do espectador devido aos poucos diálogos entre os protagonistas que estão sempre em contato com a natureza.
Além disso, mesmo sabendo claramente quando é noite e quando é dia, não temos noção da passagem de tempo, à noite só enxergamos os contornos de seus corpos e ouvimos o barulho da chuva, já durante o dia a fotografia é pálida mesmo colocando os protagonistas no verde da floresta.
A cena de sexo entre ambos mostra ao espectador a cumplicidade, paixão e carinho que eles tem um para com o outro. E nem mesmo a morte é capaz de dar fim a este afeto.