Sou fascinado pelas produções indígenas brasileiras e encanto-me ao descobrir nações intra-nacionais ignoradas pela lógica racista de uma identidade excludente concernente ao país como um todo. A seqüência do toré é exemplar e é muito bom enxergar os personagens reais do documentário assistindo a si mesmos nas telas. Mas não achei tão interessante a cena em que eles discutem o roteiro e a ordem de filmagens do próprio filme, quando o mesmo já estava realizado. Enquanto processo, é algo sumamente aplaudível; enquanto produto, instaurou um desequilíbrio rítmico. Fiquei com vontade de revê-lo imediatamente após a sessão: minha mãe amou a procissão na colheita de mandiocas e a feitura dos beijús! (WPC>)
Sou fascinado pelas produções indígenas brasileiras e encanto-me ao descobrir nações intra-nacionais ignoradas pela lógica racista de uma identidade excludente concernente ao país como um todo. A seqüência do toré é exemplar e é muito bom enxergar os personagens reais do documentário assistindo a si mesmos nas telas. Mas não achei tão interessante a cena em que eles discutem o roteiro e a ordem de filmagens do próprio filme, quando o mesmo já estava realizado. Enquanto processo, é algo sumamente aplaudível; enquanto produto, instaurou um desequilíbrio rítmico. Fiquei com vontade de revê-lo imediatamente após a sessão: minha mãe amou a procissão na colheita de mandiocas e a feitura dos beijús! (WPC>)