》Na cultura Cherokee, as mulheres podiam escolher entre ser guerreiras ou esposas. Se optassem por se casar, eram elas quem escolhiam o parceiro e, se quisessem, podiam pedir um tempo para viver com ele antes da cerimônia de casamento — apenas para ver se ele realmente “dava conta” como provedor. Uma vez casadas, se desejassem se divorciar, bastava colocarem os pertences do homem na entrada da casa. Não precisavam se justificar, e continuavam sendo respeitadas da mesma forma pela sociedade. Ninguém lhes pedia explicações — nem mesmo o marido. Esse era o nível de confiança que se tinha na justiça feminina; nenhuma mulher tomava essa decisão de forma leviana. A responsabilidade recaía sobre elas porque eram vistas como justas, sensatas, prudentes e inteligentes. O papel de “dona de casa” era extremamente importante e respeitado, pois a família era a base da estrutura social, e apenas as mulheres eram consideradas aptas para liderá-la. Isso lhes conferia poder econômico, social e político. Inclusive, nos conselhos de guerra, quando os homens não conseguiam chegar a uma decisão unânime, um grupo de mulheres intervinha para dar o veredito final — um cargo altamente respeitado e cobiçado, reservado apenas às mulheres mais sábias do clã. Se, por acaso, uma mulher cometesse uma injustiça contra sua própria família, não era punida, mas passava a ser rejeitada por sua comunidade — e isso era o pior castigo possível. A honra era o que as mantinha conectadas à Mãe Terra.
Faz parte de uma série de filmes com essa personagem, Mandie. Esse assisti no Canal Viva alguns anos atrás e achei apenas mediano. No elenco, a Hayley Mills, que nos anos 60 foi atriz infantojuvenil de alguns filmes da Disney, em especial "Pollyanna".
》Na cultura Cherokee, as mulheres podiam escolher entre ser guerreiras ou esposas. Se optassem por se casar, eram elas quem escolhiam o parceiro e, se quisessem, podiam pedir um tempo para viver com ele antes da cerimônia de casamento — apenas para ver se ele realmente “dava conta” como provedor.
Uma vez casadas, se desejassem se divorciar, bastava colocarem os pertences do homem na entrada da casa. Não precisavam se justificar, e continuavam sendo respeitadas da mesma forma pela sociedade. Ninguém lhes pedia explicações — nem mesmo o marido. Esse era o nível de confiança que se tinha na justiça feminina; nenhuma mulher tomava essa decisão de forma leviana. A responsabilidade recaía sobre elas porque eram vistas como justas, sensatas, prudentes e inteligentes.
O papel de “dona de casa” era extremamente importante e respeitado, pois a família era a base da estrutura social, e apenas as mulheres eram consideradas aptas para liderá-la. Isso lhes conferia poder econômico, social e político. Inclusive, nos conselhos de guerra, quando os homens não conseguiam chegar a uma decisão unânime, um grupo de mulheres intervinha para dar o veredito final — um cargo altamente respeitado e cobiçado, reservado apenas às mulheres mais sábias do clã.
Se, por acaso, uma mulher cometesse uma injustiça contra sua própria família, não era punida, mas passava a ser rejeitada por sua comunidade — e isso era o pior castigo possível. A honra era o que as mantinha conectadas à Mãe Terra.
Faz parte de uma série de filmes com essa personagem, Mandie. Esse assisti no Canal Viva alguns anos atrás e achei apenas mediano. No elenco, a Hayley Mills, que nos anos 60 foi atriz infantojuvenil de alguns filmes da Disney, em especial "Pollyanna".
Neste Sábado(13/09) as 15h na Sessão Livre da BAND