Manuela é uma profissional de sucesso que tem de lidar com a transformação de seu corpo e de seu cotidiano ao descobrir que está grávida. Apesar de nunca ter contemplado a maternidade, quando o bebê nasce, ela precisa aprender a ser mãe.
Um filme de drama brasileiro, sobre mulheres, dirigido e roteirizado por mulheres, de uma sensibilidade impar, mas os tons frios, e a frieza dos personagens, na introdução, geram um distanciamento, e quando parece que vai colorir, uma tragédia se abate, e tudo se torna sombrio, frio e escuro, uma analogia das cores na fotografia para a vida da protagonista, e quando pensamos que seria mais num romance barato, nos deparamos com uma obra poderosa, que retrata de forma dura e crua as dores e os amores da maternidade, mulher, mãe solo, profissional, medo, amor incondicional, forma sobre humana... Monica Iozzi fantástica...
- a atuação da monica está excelente! entrega tudo - perderia a trama da sogra, mas poderia facilmente ter feito que o namorado abandonou ela após saber a noticia - os primeiros dias quando ela tá sozinha são os mais pesados
Filme bem interessante que retrata de forma crua um dos momentos mais delicados da maternidade, o puerpério. O filme apesar de simples conseguiu transmitir muito bem as emoções que uma mãe solo encara nesse período. Acompanhar ali o cansaço físico e mental da manu è um bem sufocante, contanto que respiramos junto com ela quando ela vai à feira e respira um pouco. Bem legal também ver a Monica iozzi em papel mais dramático.
O comentário abaixo me define também. Senti que o filme trouxe uma temática relevante, mas não soube trabalhar, tudo muito jogado e sem desenvolvimento, acaba sem final ou algo mais bem orquestrado , eu diria que ele é raso, mas vale conhecer.
🥰😭🥺🤯😳😍 8,5
Um filme de drama brasileiro, sobre mulheres, dirigido e roteirizado por mulheres, de uma sensibilidade impar, mas os tons frios, e a frieza dos personagens, na introdução, geram um distanciamento, e quando parece que vai colorir, uma tragédia se abate, e tudo se torna sombrio, frio e escuro, uma analogia das cores na fotografia para a vida da protagonista, e quando pensamos que seria mais num romance barato, nos deparamos com uma obra poderosa, que retrata de forma dura e crua as dores e os amores da maternidade, mulher, mãe solo, profissional, medo, amor incondicional, forma sobre humana... Monica Iozzi fantástica...
- a atuação da monica está excelente! entrega tudo
- perderia a trama da sogra, mas poderia facilmente ter feito que o namorado abandonou ela após saber a noticia
- os primeiros dias quando ela tá sozinha são os mais pesados
Filme bem interessante que retrata de forma crua um dos momentos mais delicados da maternidade, o puerpério. O filme apesar de simples conseguiu transmitir muito bem as emoções que uma mãe solo encara nesse período. Acompanhar ali o cansaço físico e mental da manu è um bem sufocante, contanto que respiramos junto com ela quando ela vai à feira e respira um pouco.
Bem legal também ver a Monica iozzi em papel mais dramático.
Chato e superficial.
O comentário abaixo me define também. Senti que o filme trouxe uma temática relevante, mas não soube trabalhar, tudo muito jogado e sem desenvolvimento, acaba sem final ou algo mais bem orquestrado , eu diria que ele é raso, mas vale conhecer.