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Uma jornada pelo feminino através das festas marianas da América latina. A diretora Joana Mariani viajou pelo Brasil, Cuba, México, Peru e Nicarágua acompanhando as festas das padroeiras destes países, todas nossas senhoras, observando as semelhanças e diferenças entre suas culturas e buscando vozes com grandes histórias para contar. O resultado é um filme singular que demonstra que a figura de Maria está além do que qualquer religião possa oferecer.
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Alguém sabe onde assistir? obg!
A montagem em alguns momentos deixa a desejar, mas no geral é um filme muito bom. Uma experiência única com a fé, mediada pelo feminino, e sem extremismos.
"O que eu diria a uma Maria? Que sonhe. Que saiba voar. E saiba entender que no mundo ser Maria também é ser identidades. Ser também Maria da América, de um mundo onde existem sociedades indígenas, sociedades afrodescendentes, sociedades mestiças. Uma Maria que entenda, que seja plural, que seja compreensiva, que ajude, que estenda a mão para os outros. É isso que eu diria a uma Maria."
Existem obras que te causam comoção e outras que te comovem. Ele não diz respeito à crença religiosa, mas sobre 'ser' mulher latina e sobretudo sobre fé. É de fazer os mais céticos olhos chorarem!
Eu já era devota de Nossa Senhora de Guadalupe, agora sou muito mais. Virgem Maria, rogai por nós que recorremos a vós!