Você está em
  1. > Home
  2. > Artistas
  3. > Marlene Dietrich
501Número de Fãs

Nascimento: 27 de Dezembro de 1901 (90 years)

Falecimento: 6 de Maio de 1992

Berlin-Schöneberg - Alemanha

Era filha de um oficial prussiano. Fez escola de artes cénicas e participou de filmes mudos até 1930. Em 1921, casou-se com um ajudante de diretor chamado Rudolf Sieber, e teve uma única filha, Maria, nascida em 1924.

A estréia de Marlene no cinema não tem nada de espetacular: ela fazia uma ponta como uma jovenzinha dos tempos napoleônicos em "Im Schatten des Glücks'', (1919)".
Mas um ano depois é escolhida para um papel importante em "Tragödie der Liebe'' (1923)", filme que marca seu verdadeiro início artístico. Nessa mesma produção, Marlene conhece Rudolf Sieber, jovem tcheco que é assistente do diretor Joe May. No dia 17 de maio de 1924, ela se casa com Sieber - seu primeiro e único marido. Um ano depois nasce Maria, a única filha. E Marlene continua trabalhando sem descanso, em filmes e peças teatrais. Em 1925, a presença de Marlene em "Der Sprung ins Leben" de Johannes Guter, chama a atenção dos entendidos. O que lhe permitiria trabalhar em filmes importantes como "Manon Lescaut (Idem, 1926)", "A Moderna Du Barry (Eine Du Barry von Heute, 1926)", "O Favorito das Damas (Ich Küsse lhre Hand, Madame, 1929)" e "Homens sem Lei (Das Schiff der Verlorenen, 1929)".
Ao mesmo tempo, suas atuações no palco pregridem e, em 1927, ela faz um sucesso enorme com sucesso da Broadway, um musical norte-americano produzido a adaptado pelo diretor Reinhardt, para Alemanha

Em 1929, Marlene Dietrich já tinha se transformado, com muito esforço, numa conceituada atriz de teatro e cinema. Igualmente conhecida em Viena e Berlim, o que chama mais atenção nela é - além das pernas - a frieza, o desdém e a reserva em relação aos homens. Essas características seriam fundamentais em sua futura imagem de estrela.
Ainda em 1929, o grande ator Emil Jannings volta de Hollywood para retomar sua carreira na Alemanha e pede ao produtor Eric Pommer, chefão do estúdio UFA, que contrate Josef von Sternberg, um austríaco que estava radicado nos Estados Unidos. Quando Sternberg chega a Berlim, Jannings e Pommer já tinham preparado para ele um roteiro sobre a vida do monge russo Rasputin. Mas Sternberg detesta a ideia. Se for assim, prefere voltar aos Estados Unidos. Finalmente, chegam a um acordo: rodariam uma versão do romance "Professor Unrat" de Heinrich Mann, cujo roteiro seria supervisionado pelo próprio autor.

Mas ainda há um problema: onde encontrar a intérprete certa para encarnar aquela perversa cantora de cabaré, que desonra e leva a sarjeta um professor quarentão?

Só podia ser Marlene arrasando corações naquele cabaré chamado "Anjo Azul"...

Febrilmente à procura de sua Lola-Lola, Sternberg, olha dezenas de álbuns de estrelas, starlets e figurantes de toda a Alemanha.
De repente vê Marlene e diz: "Pescoço bonito, mas precisa de um rosto". Muda de opnião na mesma noite, quando a encontra em carne e osso, no seu grande sucesso musical "Zwei Krawatten".
"È o rosto que eu procurava", confessaria mais tarde em sua autobiografia.
Sternberg procura Marlene imediatamente em seu camarim e lhe pede que compareça no dia seguinte aos estúdios UFA.

"Não posso aceitar o papel. Sempre fui muito criticada. Além disso, não sou muito fotogênica"

Essa é a primeira reação de Marlene durante a entrevista. Sternberg não lhe dá atenção e a contrata, apesar da oposição categórica de Emil Jannings.
O filme se chamaria "O Anjo Azul" (Der Blaue Engel, 1930)", referindo-se ao cabaré onde se passava a maior parte da história. Sua estréia em Berlim, no dia 31 de março de 1930, é delirante. Marlene é um sucesso absoluto, e deixa para trás o astro Jannings. A multidão enlouquecida grita "Marlene" na rua, enquanto ela, num brilhante vestido longo de lantejoulas, faz sua entrada triunfal no lotadíssimo Gloria Palast.
"Svengali Joe" (apelido de Sternbergh entre os publicitários norte-americanos), tinha conseguido o milagre de transformar uma rechonchuda atriz com cara de dona-de-casa na mais provocante das mulheres fatais - um novo símbolo sexual, de salto alto, malha negra e chapéu.
Na verdade, o grande diretor vienense não inventou nem criou nada. Foi apenas o único que teve olhos para ver o que os outros não tinham percebido: "Nunca encontrei uma mulher tão bonita que tivesse sido tão declaradamente mal recebida e subestimada...Não lhe dei nada que ela já não tivesse. Só acentuei seus atributos e os tornei visíveis para todos".
Depois de anos de dedicações esforço, Marlene era finalmente uma estrela.
Foi convidada por Hitler para protagonizar filmes pró-nazistas, mas ela recusou o convite e se tornou cidadã estadunidense, o que Hitler tomou como um desrespeito para a pátria alemã, e chamou Dietrich de traidora.

Sternberg precisa voltar aos Estados Unidos. Mas não quer deixar sua fantástica descoberta perdida no caos que é a Alemanha dos anos 30, sob o signo do nazismo.
Assim, trata de convencer Marlene a ir com ele para a meca do cinema. Sabe que um dirigente da Paramount assistira à versão inglesa de "O Anjo Azul" e estava muito interessado nessa tal de Dietrich.

Em Hollywood, a Paramount não sabe direito como lançar Marlene. No início, pensam em apresentá-la como "a Greta Garbo da Paramount", mas logo percebem que essa idéia não é das mais brilhantes.
De qualquer modo, as carreiras dessas duas estrangeiras famosas seguem uma trajetória mais ou menos paralelas. Marlene faz uma espiã em "Desonrada (Dishonored, 1931)", e um ano depois, Greta faz a espiã de "Mata Hari". Greta interpreta "Rainha Cristina", enquanto Marlene representa Catarina da Rússia em "A Imperatriz Galante (The ScarletEmpress, 1934)".
Mesmo nas vidas particulares e nos hábitos essas estrelas tinham semelhanças. Não só tiveram romances com um mesmo homem (John Gilbert), como também lançaram uma moda muito pessoal e com um toque masculino (os ombros largos e as gravatas de Greta: as calças com corte de alfaiate, as gravatas e os óculos escuros de Marlene). Além disso, parece que ambas mantiveram romances, mais ou menos secretos, com mulheres. Sternberg não quer perder Marlene de vista em Hollywood. Consegue convencer Zukor, o magnata da Paramount, a deixar Marlene por sua conta. Já tem um projeto especialmente concebido para ela. Trata-se de uma adaptação de "Amy Jolly", um romance sobre a legião Estrangeira.

A transformação da exuberante e sexy Lola-Lola na sedutora refinada Amy Jolly é a grande jogada que Sternberg está preparando. Para isso, faz com que Marlene emagreça quilos e muda seu rosto: acentua a palidez e as sobrancelhas finas , desenhando-as com lápis (como uma mariposa levantando voo): destaca as maçãs do rosto por meio da extração dos dentes do siso. O resultado é espetacular: Marlene aparece com uma fisionomia resplandecente e misteriosa, que brilharia por muito tempo nas telas e nos palcos do mundo.

Na estréia de "Marrocos (Morocco, 1930)" no cine Rivoli de Nova York, no final de 1932, o nome de Marlene Dietrich aparece embaixo do de Gary Cooper, o maior astro da Paramount.
Mas esse filme basta para coloca-la no alto. Então, Marlene se fecha em sua torre de marfim, à qual só tinha acesso o mentor "Svengali Joe", ou seja, Sternberg, que na época exibe na parede de casa uma foto com ela.
Marlene escreve na foto: "Sem você eu não sou ninguém".
Graças ao sucesso de Marrocos, Sternberg passa a gozar da liberdade total no estúdio para reforçar o mito de Marlene. Fariam juntos mais cinco filmes, que criariam e alimentariam a lenda Dietrich por anos.
A imagem dela foi toda elaborada em termos de sedução (pele, véus, brilhos e plumas) e de exotismo (Marrocos, China, Rússia). Para acentuar esse clima, um jogo de iluminação fantástico baseado na "mística de luz e sombra", que colocaria Sternberg na história do cinema como um de seus criadores mais originais.
."Desonrada (Dishonored, 1931)", e "A Vênus Loira (BlondieVenus, 1932)" são grandes sucessos de bilheteria. Mas "O Expresso Xangai (Shanghai Express, 1932)", o filme mais famoso da dupla bate todos os recordes de arrecadação: 3 milhões de dólares. Num cenário alucinante e irreal que mostra a China em plena convulsão social, o filme conta uma viagem de trem de Pequim a Xangai, durante a qual vários europeus e uma misteriosa prostituta de luxo caem nas mãos de um bandido chinês.
Como sempre, a melhor coisa do filme é Marlene, mais sofisticada do que nunca. Ela parece uma visão do outro mundo, e a atmosfera que a envolve é magnífica, admiravelmente criada pela magia do fotógrafo Lee Garmes. Ele ganha por esse filme o único Oscar de sua longa e produtiva carreira.
Marlene Dietrich já é, sem dúvida, uma unanimidade mundial. Ninguém resiste a ela.

Marlene se firma cada vez mais como estrela internacional. Já Sternberg, seu criador está definhando. Na verdade, ele nunca se adaptara totalmente à estética do cinema falado. Seus dois filmes seguintes ao Expresso de Xangai, também criados para Marlene, fracassam perante ao público e quase acabaram com sua carreira de diretor - "A Imperatriz Galante (The Scarlet Empress, 1934)" e "Mulher Satânica (The Devil Is a Woman, 1935)", apesar de serem exemplos maravilhosos do delírio expressionista de Sternberg, foram o seu canto de cisne.
Dietrich, ao contrário, ganha força com eles. Sua luxuosa interpretação de Catarina II da Rússia e a inigualável Concha Pérez (personagem favorita da estrela) alimentam seu mito. O próprio Sternberg Diz:
-"Fräulein Dietrich e eu progredimos juntos até onde foi possível. Atualmente, essa união não pode nem a ela nem a mim. Se continuarmos, cairemos numa rotina que será prejudicial aos dois"
E Marlene está mesmo super preparada para se tornar independente de seu mentor. Depender dela para tudo era principalmente uma comodidade: a "Vênus Loira" ficava trancada em sua torre de marfim, enquanto "Svengali" tinha que lutar com produtores e publicitários, até levar tudo prontinho para ela.
Marlene reconhece: "Sternberg me ensinou tudo que se refere a inclinação da câmara, luzes, vestuários, maquiagem, montagem, etc...

O batismo de fogo de Marlene numa nova fase - sem a máscara de frieza, e descendo do pedestal - é supervisionado por um outro notável cérebro germânico. Ernst Lubitsch, também exportado para Hollywood. O filme que ele lhe destina é "Desejo (Desire, 1936)", dirigido por Frank Borzage. E traz o público de volta.

Ainda nesse ano (1936), Dietrich volta aos Estados Unidos e retorna sua carreira. Antes de voltar ao cinema, participa, com Clark Gable, de "The Legionnaire and the Lady", uma novela de rádio dirigida por Cecil B. de Mille. Em Hollywood, recebe várias propostas, e acaba escolhendo a de Selznick.
O convite é para "O Jardim de Alá (The Garden of allah, 1936)", seu primeiro filme colorido e que lhe rende nada menos que 200 mil dólares. É o maior salário pago a uma mulher até então, no mundo todo. Sua beleza fica acentuada pelo contraste das roupas brancas com os tons marrons-ocre do deserto à sua volta. É realçada ainda por xales, véus e outros complementos em cores vivas.
Destry Rides Again (1939).

Seus filmes seguintes ''O Amor Nasceu do Ódio'' e ''Anjo'', ambos de 1937; fica longe do sucesso que se esperava. Tanto que ela acaba sendo incluída numa lista de "indesejáveis" e considerada um "veneno de bilheteria", o que obviamente lhe fecha muitas portas em Hollywood, junto com ela Katharine Hepburn, Mae West, Joan Crawford... Um absurdo.

1939 é um ano decisivo para Marlene. O produtor Joe Pasternark, passando pro cima do sutil boicote dos estúdios, lhe oferece o papel de uma cantora de sallon, Frenchy, em "Atire a Primeira Pedra (Destry Rides Again, 1939)", com James Stewart. O filme faz um sucesso espetacular tanto de crítica quanto de público, tirando a atriz do ostracismo em que andava. Marlene, que não gosta de abandonar a festiva vida londrina, está outra vez no auge, embora seu salário atual seja nove vezes menor que o de seu último filme norte-americano.
Marlene mostra nessa comedia, que uma extraordinária comediante.

Durante a Segunda Guerra Mundial, Marlene foi ao encontro das tropas aliadas, onde cantava para divertir e aliviar a dor dos soldados. Condecorada com medalha após a guerra, Marlene descobriu um dom que poderia explorar: sua voz. Assim ela começou a cantar além de atuar. A partir de 1952, começa a se apresentar em espetáculos em Las Vegas, no Sahara Hotel. Em 1947, aclamada por multidões, Marlene recebe do governo norte-americano a medalha da liberdade, o mais alto grau de distinção civil do país, Em 51, o governo francês também iria condecorá-la com a legião de Honra. Sua carreira parece em suspenso, depois de filmar "Mulher Perversa''(Martin Roumagnac,1946), com Jean Gabin. Aliás, o romance com o astro francês acaba de repente, no término das filmagens.

Nos anos 40, seu melhor filme é "A Mundana(A Foreign Affair, 1948)", de Billy Wilder, em que Marlene interpreta uma cantora que lembra a Lola-Lola de "O Anjo Azul", outra deliciosa comédia; O filme recebeu duas indicações ao Oscar de 1949, nas categorias de melhor argumento e melhor fotografia em preto e branco (aliás uma fotografia deslumbrante). Marlene Dietrich foi a primeira escolha de Wilder para jogar Erika, e Friedrich Hollaender já havia escrito três músicas - "Black Market," "Illusions," e "The Ruins of Berlin" - para ela cantar no filme (as letras eram muito integral com o enredo), mas o diretor suspeitava que ela se oporia ao retratar uma mulher que colaborou com os nazistas. No caminho para casa a partir de Berlim, ele parou em Paris para visitá-la, ostensivamente para ouvir sua opinião sobre um teste de tela que ele tinha feito com Havoc em junho. "Ela continuou fazendo críticas e sugestões", Wilder disse mais tarde ", e finalmente eu disse, como se eu tivesse pensado nisso apenas naquele momento," Marlene, só você pode fazer esse papel. " E ela concordou comigo".

Depois, trabalha com Hitchcock, na Inglaterra, em "Pavor nos Bastidores(Stage Fright,1950)" e com o ator James Stewart, em ''Na Estrada do Céu/No Highway"(1951) - filmes de suspense nos quais ela representa atrizes de teatro. Dos dois o melhor e do mestre Hitchcock, o filme difere dos habituais filmes do mestre, o filme tem grande parte do terreno e um cenário teatral. Há uma protagonista feminina, e logo no início o filme apresenta um relato de um narrador pouco confiável que o público vê como um flashback. A trama também é pontuado por inúmeras cenas de humor.
Destaque para a canção original de Cole Porter , "The Laziest Gal in Town", realizado por Dietrich de uma forma sensual. Os figurinos foram desenhados por Christian Dior.

Marlene já era avó desde 1948, mas sua beleza continuava inatacável. Em 1952, de novo em Hollywood, ela volta ao western e alcança um grande sucesso com sua inesquecível criação de Altar Keane, uma ex-cantora de saloon que organiza um refúgio de foragidos. O filme se chama "O Diabo Feito Mulher(Rancho Notorious,1952)", obra do grande mestre Fritz Lang. O filme conta a história de uma infame criminosa Dietrich que mantém uma espécie de hotel escondido nas montanhas para os fora-da-lei, a Variety comentou sobre a interpretação de Marlene - Ela dá um pouco do sabor para os velhos clássicos de western, Dietrich é tão sensual e sedutora como sempre...

Dentre esse filmes ela participa do vencedor do Oscar de Melhor Filme - "A Volta ao Mundo em 80 Dias(Around the World in 80 days,1956)". Mas um de seus grandes desempenhos acontece no filme "Testemunha de Acusação(Witness for the Prosecution,1958)", filme indicado a vários Oscars, inclusive de Melhor Filme. O filme é baseado na adaptação teatral feita pela própria Agatha Christie de seu conto, porém foi muito ampliada, e foi a única adaptação da obra de Agatha aprovada por ela. Os esforços para manter o segredo do final do filme não pouparam nem o elenco. O diretor Billy Wilder não deu aos atores as últimas dez páginas do roteiro até o dia em que aquelas cenas fossem ser filmadas. Especula-se que o segredo possa ter custado a Marlene Dietrich (em atuação estupenda) um Oscar, já que a United Artists não queria chamar atenção ao fato de que Dietrich estava praticamente irreconhecível como a mulher cockney que fornece as cartas incriminadoras à defesa.
Outra obra-prima de qual ela participa é "A Marca da Maldade(Touch of Evil,1958)". ''Touch of Evil'' é um grande suspense americano crime film noir, mistério escuro e clássico cult - outra obra-prima técnica do escritor-diretor-ator Orson Welles. Foi o quinto filme de Hollywood - e foi seu último filme americano ''Touch of Evil'' foi o último grande de Orson Welles filme noir durante a chamada 'era clássica do noirs, a partir do início de 1940 até final de 1950. Marlene Dietrich como uma enigmática cigana neste fascinante drama, de extraordinária fotografia e uma magnífica trilha sonora de Henry Mancini, considerou com um muito exageros de sua parte sua melhor atuação.

Em 1961, Marlene protagonizou um filme que quebraria barreiras e chocaria o mundo com um assunto que ainda assustava. O filme era ''Julgamento em Nuremberg'', que tratava do holocausto, do nazismo, e do tumultuado julgamento que condenou os grandes líderes nazistas; pelo qual ganha o David di Donatello de Melhor Atriz Coadjuvante.

Em turnês mundiais, ela visitou inúmeros países, porém voltou para sua pátria, a Alemanha, apenas em 1962, e sua volta não agradou a todos, pois os nazistas remanescentes chamaram-na de traidora em pleno aeroporto. Marlene tinha em Berlim uma de suas melhores amigas, a também talentosa cantora e atriz Hildegard Knef. Em pouco tempo é a Show-Woman mais solicitada do mundo, uma lenda viva encantando plateias do mundo inteiro, inclusive no Brasil, onde ela lança um de seus melhores Discos; "Marlene in Rio".

Em 1978, Marlene protagonizou seu último filme, ''Apenas um Gigolô'', onde contracenou com David Bowie. Porém, nesse meio tempo, ela fez várias participações em rádio e programas de televisão.

No final da década de 70, Marlene sofre dois acidentes na bacia durante shows e recolhe-se em seu apartamento em Paris, de onde não sairia até sua morte, aos 91 anos de idade.

Em 7 de maio de 1992, aos 91 anos, Dietrich morreu de insuficiência renal em seu apartamento de Paris.

Em 1999, o American Film Institute nomeou Dietrich o nono maior estrela feminina de todos os tempos.

Foi a primeira mulher a usar calças publicamente, nos anos 1920.
Encontra-se sepultada em Berlin-Schöneberg (Friedhof Schöneberg III), Friedenau, Berlim na Alemanha.