Martín (Juan Diego Botto), um jovem argentino de dezenove anos sem rumo, quase tem uma overdose fatal. Depois disso, sua mãe o manda para Madrid, onde há muitos anos vive seu pai (Federico Luppi), um cineasta argentino também chamado Martín, que mora com a namorada, Alicia (Cecilia Roth), muito mais jovem que ele, e seu amigo gay ator, Dante (Eusebio Poncela).
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Uma pequena obra-prima pontuada por reflexões morais sobre o mundo e as relações afetivas. Destaque para o roteiro elaborado e para as atuações de grande vitalidade dos maravilhosos Federico Luppi, Cecilia Roth e Eusebio Poncela.
O filme apresenta conflitos vividos por todos os personagens. (Hache) é um jovem perdido, e que não se sente motivado para a vida comum e responsável em sociedade, pois não encontra a sua essência, e também se ver preso no dilema de querer ser um orgulho para o pai. O amigo Dante surge como um portal para que assim, através de muitas discussões poéticas e filosóficas, eles cheguem a uma decisão única. Fatalidades, corações partidos, e a vontade constante de cessar a vida, trazem uma notoriedade, demonstrando que nem sempre o prazer e satisfação caminham juntas, em harmonia, com a racionalidade e intelectualidade. Um bom filme para discussão, e com uma conclusão perfeita, que nos faz refletir sobre os nossos ditos corretos e verdadeiros interesses. O verdadeiro companheirismo é o que importa no final de tudo.
Excelente! Ótima direção, excelentes atores, uma história que se repete de quando em quando... e, como sempre, crises de identidade. Me identifiquei muito. Vale muito a pena vê-lo. Destaco a atuação de Eusebio Poncela: encantadora!
Belo filme...acho que nunca foi lançado no Brasil, infelizmente.Gostaria de ver novamente.
Muito bonito!