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Sinopse
Agente do clandestino Partido Comunista dos EUA chega a Matewan, cidade interiorana, durante os anos 20, para tentar criar um sindicato trabalhista entre os mineiros que há gerações são explorados descaradamante.
Um daqueles filmes excelentes dos quais a gente mal ouve falar. Incontornável. Baseado em fatos reais, deve assustar muito os poderosos que são contra o fortalecimento dos sindicatos.
Considerado um filme engajado politicamente,esta produção americana estrelada pelo ótimo Chris Cooper a meu ver é um retrato contundente da luta pela dignidade,contra preconceitos e por melhores condições de vida numa época onde a exploração explícita fazia parte do cotidiano.Ótimo filme independente de sua coloração política.
Bom filme, representa muito bem aquilo que quer passar. Só achei que a parte do meio até próximo do fim ficou bem abaixo do restante do filme. A exposição quase que didática de seus temas não descaracteriza em nada a história. O sindicalismo é visto em sua essência, com o protagonista (se assim pode dizer) jogando na cara desses atuais revolucionários de sofá o que é ser comunista em um país capitalista. A situação dos trabalhadores negros na época é muito bem explorada, assim como o fato de que tanto a polícia como a religião podem servir tanto a favor como contra a situação dos trabalhadores. Também sutilmente tocou na perseguição aos "vermelhos". Se eu fosse professor de história, passaria aos alunos os primeiros 40 min, para fazê-los entenderem o porquê de existirem sindicatos.
"Para eles, nós somos apenas ferramentas, como as pás, os vagões e os barris"
Um daqueles filmes excelentes dos quais a gente mal ouve falar. Incontornável. Baseado em fatos reais, deve assustar muito os poderosos que são contra o fortalecimento dos sindicatos.
Considerado um filme engajado politicamente,esta produção americana estrelada pelo ótimo Chris Cooper a meu ver é um retrato contundente da luta pela dignidade,contra preconceitos e por melhores condições de vida numa época onde a exploração explícita fazia parte do cotidiano.Ótimo filme independente de sua coloração política.
Bom filme, representa muito bem aquilo que quer passar. Só achei que a parte do meio até próximo do fim ficou bem abaixo do restante do filme. A exposição quase que didática de seus temas não descaracteriza em nada a história. O sindicalismo é visto em sua essência, com o protagonista (se assim pode dizer) jogando na cara desses atuais revolucionários de sofá o que é ser comunista em um país capitalista. A situação dos trabalhadores negros na época é muito bem explorada, assim como o fato de que tanto a polícia como a religião podem servir tanto a favor como contra a situação dos trabalhadores. Também sutilmente tocou na perseguição aos "vermelhos". Se eu fosse professor de história, passaria aos alunos os primeiros 40 min, para fazê-los entenderem o porquê de existirem sindicatos.
"Para eles, nós somos apenas ferramentas, como as pás, os vagões e os barris"