No começo, algo parecia me constranger em relação à compreensível dificuldade em conduzir a protagonista infantil, ao mesmo tempo em que a interpretação recitada da mãe da personagem irritava. De repente, canções psicodélicas entram em cena, mais personagens enchem a tela e a palavra-mote do título é apenas o ponto de partida para uma interessantíssima reflexão sobre a condição feminina, sobre a necessidade de clamar por emancipação, sobre a possibilidade de se viver para além (e aquém) das dificuldades e ausências. O uso da canção "Manhãs de Setembro" ao desfecho foi o golpe certeiro que o filme precisava para me fisgar definitivamente! (WPC>)
No começo, algo parecia me constranger em relação à compreensível dificuldade em conduzir a protagonista infantil, ao mesmo tempo em que a interpretação recitada da mãe da personagem irritava. De repente, canções psicodélicas entram em cena, mais personagens enchem a tela e a palavra-mote do título é apenas o ponto de partida para uma interessantíssima reflexão sobre a condição feminina, sobre a necessidade de clamar por emancipação, sobre a possibilidade de se viver para além (e aquém) das dificuldades e ausências. O uso da canção "Manhãs de Setembro" ao desfecho foi o golpe certeiro que o filme precisava para me fisgar definitivamente! (WPC>)