Dirigido pelo diretor polonês Richard Boleslawski, este drama intercalado com ópera conta a história de Prima Donna, que deixa o Metropolitan a fim de formar sua própria empresa.
Confesso que não morri de amores por "Metropolitan", não achei o filme muito convincente e as atuações menos ainda, o filme adquire um tom muito errado em diversos momentos, mesmo com uma boa ideia e uma história com potencial, felizmente o filme não tenta ser nenhuma façanha memorável, por isso sai ileso e tem lá seus bons momentos.
Os atores parecem desconfortáveis em cena, a longa canção religiosa que o protagonista canta é estranha, as seqüências cômicas operísticas são muito engraçadas e a vilã 'prima dona' é ótima, apesar de muito estereotipada. A cada filme dele que vejo, percebo porque o diretor deste filme é associado ao 'kitsch' desde cedo! (risos) - WPC>
Pouquíssimo conhecido, esse filme merece nada mais do que um "lugar ao sol" junto aos clássicos tantas vezes superestimados. "Metropolitan" é simples, direto, eficiente; de um roteiro ágil porém pausado pelas cenas musicais muito bem construídas e realizadas. A insuportável Prima Donna Alice Brady é incrível, bem como o George Marion (Papa Perontelli). Ótimo!
Confesso que não morri de amores por "Metropolitan", não achei o filme muito convincente e as atuações menos ainda, o filme adquire um tom muito errado em diversos momentos, mesmo com uma boa ideia e uma história com potencial, felizmente o filme não tenta ser nenhuma façanha memorável, por isso sai ileso e tem lá seus bons momentos.
Os atores parecem desconfortáveis em cena, a longa canção religiosa que o protagonista canta é estranha, as seqüências cômicas operísticas são muito engraçadas e a vilã 'prima dona' é ótima, apesar de muito estereotipada. A cada filme dele que vejo, percebo porque o diretor deste filme é associado ao 'kitsch' desde cedo! (risos) - WPC>
Pouquíssimo conhecido, esse filme merece nada mais do que um "lugar ao sol" junto aos clássicos tantas vezes superestimados.
"Metropolitan" é simples, direto, eficiente; de um roteiro ágil porém pausado pelas cenas musicais muito bem construídas e realizadas.
A insuportável Prima Donna Alice Brady é incrível, bem como o George Marion (Papa Perontelli).
Ótimo!