Dirigido por
Duração
A minissérie é uma adaptação da obra de Lawrence Hill lançada em 2007. A história acompanha a trajetória de Aminata Diallo, uma mulher que aos onze anos de idade é capturada na África e levada para a Carolina do Sul como escrava no final da década de 1700. Com o passar dos anos, ela aprende a ler e a escrever, o que lhe permite melhorar de posição. Durante o conflito da Revolução Americana ela consegue fugir, estabelecendo residência na Nova Scotia, no Canadá. Lá ela encontra outros negros que também conseguiram iniciar uma nova vida, mas eles enfrentam a resistência da sociedade local.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Achei "Meu Nome é Liberdade" uma série com altos e baixos. Em alguns momentos, parece que o foco está mais em exaltar a Inglaterra como a grande heroína da história, o que me incomodou um pouco. Talvez por ser uma produção canadense, deram essa puxadinha de sardinha. O tom lembra bastante uma novela, e acho que, se tivesse uma pegada mais cinematográfica, poderia ter ficado ainda mais interessante.
As cenas ambientadas na África são incríveis, visivelmente receberam uma atenção especial na produção. Já a relação da Aminata com o marido não me cativou tanto, faltou um pouco mais de química ou profundidade. Apesar disso, a série cumpre o papel de provocar emoções fortes, principalmente raiva diante das injustiças retratadas e dos personagens mais cruéis.
É uma série que mexe, causa desconforto em alguns momentos, mas que também traz um aprendizado importante sobre a luta dos escravizados na América do Norte. No final das contas, vale a pena assistir para conhecer mais dessa parte da história.
Perfeição! Todo mundo deveria assistir.
03/01/25
É bem emocionante, gostei. É bem produzido e cheio de ambientações. A narrativa é coerente, vemos que tem pessoas ruins em todo lugar, independente de etnia/raça (e aqui o filme ataca mais o sistema de escravidão que é oportunizado na verdade por uma pirâmide de poder detida por brancos com "ajuda" logística de negros). Tem um ritmo gradativo. As atuações estão ótimas, a protagonista consegue passar suas angústias para o telespectador e o tempo todo torcemos por ela.
No dia 2 de Março de 1807, a Câmara dos Comuns do Reino Unido aprova a abolição do comércio e do tráfico de escravos entre as colônias britânicas na África e nas Américas. O projeto de lei foi aprovado por 283 votos a 16. Em 25 de Março daquele ano, a lei foi sancionada pela Coroa, extinguindo esse comércio em todas as colônias do Reino Unido e tornando ilegal o transporte de escravos em navios britânicos.
A menina que fez a Aminata no começo da série é muito talentosa. E nem se fala da que interpretou a personagem adulta, ela é dez. Esta série é boa, mas não tanto quanto a série Raízes. (Pois em Roots mostra mais o sofrimento dos negros, é mais real e menos arrastada)
Aquela história do final de que a menina era filha dela eu achei uma mentira. Solomon queria se redimir com ela e achou uma pessoa qualquer a quem contou aquela história e a convenceu.
Eu adorei e detestei o episódio 4:
Adorei porque o Solomon concedeu a liberdade à Aminata e detestei porque ela foi ingrata e nem ao menos agradeceu. Tive pela dele.