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Jack Beauregard (Henry Fonda), que já foi o maior pistoleiro do Velho Oeste, só quer se mudar para a Europa e se aposentar em paz, mas um jovem pistoleiro, conhecido apenas como "Ninguém", o idolatra e quer vê-lo sair em uma chama de glória. Ele organiza para que Jack enfrente a gangue de 150 homens, conhecida como The Wild Bunch, e, assim, ganhe seu lugar na história.
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O personagem principal de Hill pode ter outro nome, mas o filme segue a fórmula 'Trinity" à risca, com as cenas de briga galhofeiras e o bom-humor do astro. Apenas os tiroteios parecem um pouco mais violentos do que de costume, especialmente a batalha final de Fonda contra o Bando Selvagem. No geral, uma boa diversão, muito auxiliada pela grande trilha sonora de Ennio Morricone!
Vou dar 4/5 nessa revisão. O miolo é meio dispersivo. Mas o primeiro ato, instigante, e o desfecho, memorialista, ainda o tornam um belo western. Ainda mais pela presença digna de Henry Fonda (ele já deixa qualquer filme automaticamente bom só por estar lá) e sua improvável parceria com Terence Hill, o didi mocó italiano, e pela trilha morriconica, pra mim, a melhor já feita pelo maestro.
Diversão garantida!
"Il mio nome è Nessuno" (bra: Meu Nome É Ninguém") é um filme italiano de 1973, dos gêneros comédia e faroeste, dirigido por Tonino Valerii e, em algumas cenas, por Sergio Leone, com roteiro de Leone, Fulvio Morsella e Ernesto Gastaldi.
No elenco principal, deataque para o bom protagonismo das feras Henry Fonda e Terence Hill. Na trilha sonora, o talentoso mestre Ennio Morricone.
Reassistido em 22/03/25 no Youtube.
Vindo do cara que me fez gostar do gênero West, foi um dos mais fracos do diretor. Humor quase que pastelão e personagens fracos, salvos pelas belas tomadas do diretor e a trilha sonora bem envolvente. Nota 6,0