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Outros títulos
Miley Cyrus: Something Beautiful (álbum visual) - Brasil
Miley Cyrus: Something Beautiful (visual album) - Estados Unidos da América
Sinopse
Something Beautiful é uma ópera pop única, movida pela fantasia, com treze novas músicas originais do álbum visual Something Beautiful, de Miley Cyrus.
Eu entendo que ela só queria se divertir fazendo um album visual mas quando ela manda pro cinema e fica falando em grandes inspirações ela gera uma grande expectativa, juro que ela achou que tava entregando um mousse mas é bem ok, bonito mas sem criatividade, não curti os figurinos, nem a maioria dos visuais/fotografia. Dito isto REBORN é tudo e as lentes nos dentes nada 🤭
“Miley Cyrus: Something Beautiful” é uma experiência audiovisual que ultrapassa os limites de um simples álbum visual, funcionando como um manifesto íntimo e artístico da própria artista. Dirigido por Miley Cyrus em colaboração com Jacob Bixenman e Brendan Walter, o filme apresenta uma obra multifacetada que se recusa a ser encaixada em formatos tradicionais. Mais do que ilustrar as faixas do álbum, o projeto constrói um universo próprio, sensorial e emocionalmente carregado, no qual Miley se coloca como intérprete, autora e condutora de uma jornada estética que funde vulnerabilidade e poder com um domínio cênico impressionante. A sensação é de um mergulho direto na psique criativa da artista: crua, pulsante e segura de sua identidade.
A obra é dividida em dois atos que oscilam entre o etéreo e o exuberante, sem se preocupar com uma narrativa linear. Há um interesse claro em provocar sensações e construir atmosferas, usando recursos sonoros e visuais que transformam cada faixa em uma pequena cápsula emocional. As composições de Sean Everett, Ian Gold e Piece Eatah se unem a sons naturais e digitais, enquanto a voz de Cyrus – rouca, intensa e cheia de camadas – se torna a bússola afetiva do filme. O resultado é uma sucessão de cenas que transitam do onírico ao visceral, com direito a experimentações visuais que remetem aos clipes psicodélicos dos anos 90, mas com um acabamento atual. Destaque para momentos simbólicos como “End of the World” e a presença magnética de Naomi Campbell, que reforça o caráter quase mítico da produção.
A força visual de “Something Beautiful” é incontestável. O trabalho do diretor de fotografia Benoît Debie captura Miley com uma proximidade quase tátil, sem transformá-la em ícone inatingível. Ela está ali, real, presente, imperfeita. A estética flerta com o art pop, com referências que vão de Bowie a Björk, e traduz com precisão os dilemas contemporâneos de uma artista que já transitou por múltiplas fases e agora parece reconciliada com todas elas. A montagem valoriza o ritmo emocional de cada música, e mesmo quando a imagem explode em cor, brilho ou velocidade, há pausas intencionais que revelam uma artista disposta a sugerir em vez de gritar. A ausência de narrativa explícita, longe de ser uma fraqueza, é o que confere ao filme sua potência simbólica e sensorial.
Ao fim, o que “Miley Cyrus: Something Beautiful” oferece é um convite à introspecção através do espetáculo: um paradoxo que só funciona porque parte de alguém que domina o palco e também o silêncio. Mais do que um filme para ser assistido, é uma obra para ser sentida. Para os fãs de longa data, é um presente íntimo que reafirma a autenticidade da artista; para novos espectadores, é um cartão de visita ousado e sofisticado. Seja como carta aberta, diário visual ou performance transcendental, o projeto se consolida como um marco artístico na carreira de Miley Cyrus, e possivelmente, como um exemplo futuro de como a música e o cinema podem se fundir em algo realmente... belo.
senti falta de uma narrativa visual que conduzisse e unisse as músicas, pro cinema achei pouco. de toda forma complementa o álbum, me fez gostar ainda mais de algumas músicas e perceber outras de maneira diferente.
Eu entendo que ela só queria se divertir fazendo um album visual mas quando ela manda pro cinema e fica falando em grandes inspirações ela gera uma grande expectativa, juro que ela achou que tava entregando um mousse mas é bem ok, bonito mas sem criatividade, não curti os figurinos, nem a maioria dos visuais/fotografia. Dito isto REBORN é tudo e as lentes nos dentes nada 🤭
Ela tinha um galpão, alguns vestidos e um sonho
“Miley Cyrus: Something Beautiful” é uma experiência audiovisual que ultrapassa os limites de um simples álbum visual, funcionando como um manifesto íntimo e artístico da própria artista. Dirigido por Miley Cyrus em colaboração com Jacob Bixenman e Brendan Walter, o filme apresenta uma obra multifacetada que se recusa a ser encaixada em formatos tradicionais. Mais do que ilustrar as faixas do álbum, o projeto constrói um universo próprio, sensorial e emocionalmente carregado, no qual Miley se coloca como intérprete, autora e condutora de uma jornada estética que funde vulnerabilidade e poder com um domínio cênico impressionante. A sensação é de um mergulho direto na psique criativa da artista: crua, pulsante e segura de sua identidade.
A obra é dividida em dois atos que oscilam entre o etéreo e o exuberante, sem se preocupar com uma narrativa linear. Há um interesse claro em provocar sensações e construir atmosferas, usando recursos sonoros e visuais que transformam cada faixa em uma pequena cápsula emocional. As composições de Sean Everett, Ian Gold e Piece Eatah se unem a sons naturais e digitais, enquanto a voz de Cyrus – rouca, intensa e cheia de camadas – se torna a bússola afetiva do filme. O resultado é uma sucessão de cenas que transitam do onírico ao visceral, com direito a experimentações visuais que remetem aos clipes psicodélicos dos anos 90, mas com um acabamento atual. Destaque para momentos simbólicos como “End of the World” e a presença magnética de Naomi Campbell, que reforça o caráter quase mítico da produção.
A força visual de “Something Beautiful” é incontestável. O trabalho do diretor de fotografia Benoît Debie captura Miley com uma proximidade quase tátil, sem transformá-la em ícone inatingível. Ela está ali, real, presente, imperfeita. A estética flerta com o art pop, com referências que vão de Bowie a Björk, e traduz com precisão os dilemas contemporâneos de uma artista que já transitou por múltiplas fases e agora parece reconciliada com todas elas. A montagem valoriza o ritmo emocional de cada música, e mesmo quando a imagem explode em cor, brilho ou velocidade, há pausas intencionais que revelam uma artista disposta a sugerir em vez de gritar. A ausência de narrativa explícita, longe de ser uma fraqueza, é o que confere ao filme sua potência simbólica e sensorial.
Ao fim, o que “Miley Cyrus: Something Beautiful” oferece é um convite à introspecção através do espetáculo: um paradoxo que só funciona porque parte de alguém que domina o palco e também o silêncio. Mais do que um filme para ser assistido, é uma obra para ser sentida. Para os fãs de longa data, é um presente íntimo que reafirma a autenticidade da artista; para novos espectadores, é um cartão de visita ousado e sofisticado. Seja como carta aberta, diário visual ou performance transcendental, o projeto se consolida como um marco artístico na carreira de Miley Cyrus, e possivelmente, como um exemplo futuro de como a música e o cinema podem se fundir em algo realmente... belo.
Esperava mais desse ''visual album/filme''...
Não teve enredo algum, somente clipe após clipe, sem uma narrativa (que ao meu ver era super fácil criar por tudo envolver ''hollywood/fama''...
senti falta de uma narrativa visual que conduzisse e unisse as músicas, pro cinema achei pouco. de toda forma complementa o álbum, me fez gostar ainda mais de algumas músicas e perceber outras de maneira diferente.