“Nasci pra me tornar quem eu sou exatamente agora”, avisa a cantora logo no início do vídeo.
No centro de algumas polêmicas por seu comportamento, sua apresentação no VMA 2013 e o clipe em que aparece nua, Miley mostra no documentário os bastidores de algumas dessas cenas e ainda tenta explicar o que está se passando na sua cabeça nessa fase de sua vida e o porquê de algumas atitudes.
O documentário segue Miley nos ensaios para a apresentação do VMA e segundos antes de entrar no palco. Tem ainda a cantora no estúdio conversando com a Britney Spears, que faz uma participação no próximo álbum de Miley. “Todo mundo leva o VMA tão a sério… e eu só quero sair e me divertir”, explica Miley para Britney.
“Miley: The Movement” vai ao ar no dia 02 de outubro, às 22h, na MTV americana.
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Acho muito verdadeiro tudo o que ela diz. Sinto que é genuíno, principalmente agora com seu último álbum, "Miley Cyrus and Her Dead Petz". Quando Bangerz saiu, baixei todas as músicas no celular e numa viagem no verão de 2013 era só o que eu escutava. Algo em We Can't Stop me chamava atenção, e hoje entendo que é esse grito pela liberdade.
Ver os bastidores de algo tão grandioso é ótimo. Fiquei impressionado quando mostrou o que aconteceu na entrada de Miley no VMA, que era para ter sido mais grandiosa, mas por algum motivo algo deu errado. Ela estava nervosa e preocupada com o que dera errado, mas de repente decide descer do carro e sorrir para a multidão. Pudemos ver como um artista é também por trás das câmeras.
E, sim, Miley é uma verdadeira artista. Tem meu respeito e consideração.
Um documentário que dá um tapa na cara em quem costuma julgar sem ao menos tentar ver pelo ponto de vista da pessoa.
Rapaz, tem tudo pra ser a nova Madonna. Ela tem controle sobre a imagem e carreira dela, vende um personagem diferente e é feminista. Admirável.
Eu gosto dessa louca, me julguem.
...até agora tô tentando entender o que é o tal "The Movement" que ela tanto falou nesse documentário. Eu tenho uma teoria de que esse pessoal que cresce (literalmente!) na TV não tem uma infância e adolescência completa, fica meio que um buraco na vida deles o que acaba culminando numa vida adulta um tanto desregrada. Minha sensação ao terminar de ver esse documentário foi essa, de que ela é uma cantora adolescente tentando se encontrar nesse mundo louco de Hollywood.
Ps:.
Me arrepiei com ela cantando "Jolene" da Dolly Parton.