Draculaura enfeitiçada dentro da jaula falando o Berebekan Katabanda Berebekan Katabanda… Bruxa fala: Esse feitiço é muito delicado, um toque e ela acorda.
Clawdeen: Chega junto, queima a mão na jaula, - é de prata-sei-lá-o-quê-anti-monstro!
Frankie: Vamos jogar um sapato nela que ela acorda, essas barras são bem separadas.
Clawdeen: Não, que sem graça, ela precisa de um toque de pele para ela acordar.
Frankie: Eu acabei de separar minha mão na cena passada pra abrir a porta, posso jogar minha mão nela.
Clawdeen: Nãaaao!!! Eu sou a protagonista, eu que devo salvá-la!
Frankie: Ok, então pega minha jaqueta e enrole nas mãos para não queimar nas barras.
Clawdeen: Não! Pare de tentar acabar com meu auto-sacrifício do 3 ato!
Se o primeiro Monster High já tinha me surpreendido por ser ruim mas divertido, a sequência vem com um leve upgrade. Vamos converar sobre. Monster High 2 é melhor que o anterior, mas não o suficiente para aumentar uma estrela na avaliação. A sensação é que o filme entendeu melhor sua proposta, ficando mais pé no chão e coeso dentro do que se propõe a fazer. O roteiro, embora parecido com o do primeiro, tem algumas melhorias: personagens importantes finalmente são usados de maneira significativa se o nome "Drácula" está na trama, ele tem que servir para algo. Isso deixa a narrativa mais natural e evita a necessidade de forçar conexões para justificar a ameaça, como acontecia antes. Visualmente e em termos de atuação, continua aquele padrão de filme feito para fechar horário no canal da Nickelodeon: efeitos simples, interpretações duvidosas, mas nada fora do esperado para uma produção voltada ao público infantil. E é aí que o filme acerta: crianças tendem a aceitar melhor a simplicidade e as escolhas criativas, o que garante que a obra cumpra seu papel de forma honesta. Assim como no primeiro, é um filme ruim, mas que sabe ser ruim. Essa leveza permite ousar, brincar com clichês e entregar algo que, dentro do seu universo, funciona. No fim, Monster High 2 é mais polido e consistente, mas continua sendo uma experiência feita para crianças e, talvez por isso mesmo, acaba sendo mais fácil de aceitar suas falhas.
Gostei do filme mas pra quê tanta música? E olha que amo musicais. Queria saber o motivo de colocarem o Deuce e Clawdeen como casal quando, desde o desenho, ele é namorado da Cléo de Nilo e sempre fez tudo por ela. 🥺 Trocaram tudo e isso me fez desgostar da história.
Incrivelmente melhor que o primeiro, adorei os looks das monstrinhas.
É legalzinho e bobinho, minha filha adorou.
Eu sei que é pra criança, mas o ato final ficou assim na minha cabeça:
Draculaura enfeitiçada dentro da jaula falando o Berebekan Katabanda Berebekan Katabanda…
Bruxa fala: Esse feitiço é muito delicado, um toque e ela acorda.
Clawdeen: Chega junto, queima a mão na jaula, - é de prata-sei-lá-o-quê-anti-monstro!
Frankie: Vamos jogar um sapato nela que ela acorda, essas barras são bem separadas.
Clawdeen: Não, que sem graça, ela precisa de um toque de pele para ela acordar.
Frankie: Eu acabei de separar minha mão na cena passada pra abrir a porta, posso jogar minha mão nela.
Clawdeen: Nãaaao!!! Eu sou a protagonista, eu que devo salvá-la!
Frankie: Ok, então pega minha jaqueta e enrole nas mãos para não queimar nas barras.
Clawdeen: Não! Pare de tentar acabar com meu auto-sacrifício do 3 ato!
Se o primeiro Monster High já tinha me surpreendido por ser ruim mas divertido, a sequência vem com um leve upgrade. Vamos converar sobre.
Monster High 2 é melhor que o anterior, mas não o suficiente para aumentar uma estrela na avaliação. A sensação é que o filme entendeu melhor sua proposta, ficando mais pé no chão e coeso dentro do que se propõe a fazer.
O roteiro, embora parecido com o do primeiro, tem algumas melhorias: personagens importantes finalmente são usados de maneira significativa se o nome "Drácula" está na trama, ele tem que servir para algo. Isso deixa a narrativa mais natural e evita a necessidade de forçar conexões para justificar a ameaça, como acontecia antes.
Visualmente e em termos de atuação, continua aquele padrão de filme feito para fechar horário no canal da Nickelodeon: efeitos simples, interpretações duvidosas, mas nada fora do esperado para uma produção voltada ao público infantil. E é aí que o filme acerta: crianças tendem a aceitar melhor a simplicidade e as escolhas criativas, o que garante que a obra cumpra seu papel de forma honesta.
Assim como no primeiro, é um filme ruim, mas que sabe ser ruim. Essa leveza permite ousar, brincar com clichês e entregar algo que, dentro do seu universo, funciona. No fim, Monster High 2 é mais polido e consistente, mas continua sendo uma experiência feita para crianças e, talvez por isso mesmo, acaba sendo mais fácil de aceitar suas falhas.
É como se a Record parasse de fazer novela bíblicas. Mas acho fofo, as atrizes são muito queridas
Gostei do filme mas pra quê tanta música? E olha que amo musicais.
Queria saber o motivo de colocarem o Deuce e Clawdeen como casal quando, desde o desenho, ele é namorado da Cléo de Nilo e sempre fez tudo por ela.
🥺 Trocaram tudo e isso me fez desgostar da história.