A premissa de Moonstruck é interessante, combinando elementos de dois conceitos de terror psicológico. De um lado, temos a ideia de Bird Box (2018), onde o simples ato de observar o inimigo pode levar à loucura. Do outro, inspira-se ainda mais nitidamente em Local58 (2015), que transforma a lua em uma força sinistra e manipuladora, capaz de distorcer a mente de quem a encara. Essa proposta brinca com o terror cósmico e o desconforto do desconhecido, criando um medo primordial do que não podemos compreender ou controlar.
Por outro lado, a ideia foi extremamente mal executada, tanto em termos de efeitos visuais quanto pelo fato de, por se tratar de um curta-metragem, não haver tempo para elaborar um contexto prévio ou póstumo.
Ou seja, embora a premissa tenha sido interessante (ainda que importada de outras obras), a execução falhou miseravelmente. Que bom que foram só poucos minutos de vida desperdiçados.
A premissa de Moonstruck é interessante, combinando elementos de dois conceitos de terror psicológico. De um lado, temos a ideia de Bird Box (2018), onde o simples ato de observar o inimigo pode levar à loucura. Do outro, inspira-se ainda mais nitidamente em Local58 (2015), que transforma a lua em uma força sinistra e manipuladora, capaz de distorcer a mente de quem a encara. Essa proposta brinca com o terror cósmico e o desconforto do desconhecido, criando um medo primordial do que não podemos compreender ou controlar.
Por outro lado, a ideia foi extremamente mal executada, tanto em termos de efeitos visuais quanto pelo fato de, por se tratar de um curta-metragem, não haver tempo para elaborar um contexto prévio ou póstumo.
Ou seja, embora a premissa tenha sido interessante (ainda que importada de outras obras), a execução falhou miseravelmente. Que bom que foram só poucos minutos de vida desperdiçados.
A "vantagem" dos curtas é que podem acabar de modo abrupto e sem sentido que ainda assim parecem agradar.
excelente, misterioso... só não esperava
os olhos tão vermelhos. Achei engraçado!