Mais um Castle que eu gostei. Filme com bom ritmo, bom suspense. Apesar de ser inverossímil, se colocar numa conta de ficção fica legal. Ótimas interpretações. O flashback é ótimo. Castle é um Hitchcock mais "humilde". Tô gostando dos filmes dele.
É um filme muito bom, ainda melhor se considerado o contexto da época em que foi feito. Só a famosa introdução de William Castle já vale meia estrela. Além disso, o final, no melhor estilo "você decide", é um destaque.
Embora, de qualquer forma, o desfecho seria o mesmo.
Os quatro atores principais da trama estão muito convincentes em seus respectivos papéis. Contudo, Guy Rolfe se destaca, não apenas com a máscara, mas também sem ela. Inclusive, achei que demorou para mostrá-lo sem a máscara e que isso foi pouco explorado; deveriam ter usado mais imagens dele sem ela.
Oskar Homolka também merece destaque pela interpretação de Krull, o assistente fiel de Sardonicus.
Krull tem um papel crucial no final do filme, sendo ele quem praticamente decide o destino do Barão.
Audrey Dalton não entrega uma grande atuação, está na média, até porque sua personagem não tem muita relevância na trama, na verdade. Mas uma coisa é inegável: a mulher é linda.
Ronald Lewis, como Robert Cosgrave, está competente em seu papel. Só achei que ele não deveria hesitar tanto em tentar o tratamento; não precisava nem ser ameaçado. Bastava dizer que tentaria e alertar Sardonicus sobre os possíveis resultados negativos, que, aliás, ele já esperava. Todavia, ele foi fraco em sua argumentação.
Mr Sardonicus é um clássico, um filme de horror charmoso, a fotografia em P&B é bem bonita, ponto para ambientação soturna, o castelo gótico, as nevoas, tudo aqui é muito atmosférico, principalmente o Mr Sardonicus vulgo risadinha que é assustador com e sem a máscara.
O final é tipo “você decide”, o diretor manipula a plateia dando a entender que existem dois finais, na verdade, oficialmente o diretor só gravou um, gênio sem mais.
30.06.2026
Mais um Castle que eu gostei. Filme com bom ritmo, bom suspense. Apesar de ser inverossímil, se colocar numa conta de ficção fica legal. Ótimas interpretações. O flashback é ótimo. Castle é um Hitchcock mais "humilde". Tô gostando dos filmes dele.
É um filme muito bom, ainda melhor se considerado o contexto da época em que foi feito. Só a famosa introdução de William Castle já vale meia estrela. Além disso, o final, no melhor estilo "você decide", é um destaque.
Embora, de qualquer forma, o desfecho seria o mesmo.
Os quatro atores principais da trama estão muito convincentes em seus respectivos papéis. Contudo, Guy Rolfe se destaca, não apenas com a máscara, mas também sem ela. Inclusive, achei que demorou para mostrá-lo sem a máscara e que isso foi pouco explorado; deveriam ter usado mais imagens dele sem ela.
Oskar Homolka também merece destaque pela interpretação de Krull, o assistente fiel de Sardonicus.
Krull tem um papel crucial no final do filme, sendo ele quem praticamente decide o destino do Barão.
Audrey Dalton não entrega uma grande atuação, está na média, até porque sua personagem não tem muita relevância na trama, na verdade. Mas uma coisa é inegável: a mulher é linda.
Ronald Lewis, como Robert Cosgrave, está competente em seu papel. Só achei que ele não deveria hesitar tanto em tentar o tratamento; não precisava nem ser ameaçado. Bastava dizer que tentaria e alertar Sardonicus sobre os possíveis resultados negativos, que, aliás, ele já esperava. Todavia, ele foi fraco em sua argumentação.
No final, era tudo psicológico, o maior efeito placebo de todos.
Lembrou muito The Man Who Laughs (1928), e, claro, o Coringa, que, aliás, foi inspirado no filme citado anteriormente.
Assistido em 30/05/2025
Se eu tivesse a cara assim, usaria uma máscara do Brad Pitt.
Mr Sardonicus é um clássico, um filme de horror charmoso, a fotografia em P&B é bem bonita, ponto para ambientação soturna, o castelo gótico, as nevoas, tudo aqui é muito atmosférico, principalmente o Mr Sardonicus vulgo risadinha que é assustador com e sem a máscara.
O final é muito criativo!
O final é tipo “você decide”, o diretor manipula a plateia dando a entender que existem dois finais, na verdade, oficialmente o diretor só gravou um, gênio sem mais.