Holberg é um homem solitário e retraído que é encontrado assassinado em seu apartamento. O inspetor Erlendur e sua equipe são encarregados do caso e não têm muitas pistas para o inquérito. Até que a fotografia do túmulo de uma garotinha morta há 30 anos lhes dá um rumo. Eles descobrem então que há muitos anos a vítima foi acusada, embora não tenha sido condenada, de crimes horríveis. Será que os fantasmas do passado deste homem voltaram a atormentar? Como Erlendur reabre também este antigo caso quase ignorado, ele passa a seguir um rastro incomum de provas forenses, revelando segredos que são muito maiores que o assassinato de um homem de idade - com pistas na malha genética de um país inteiro.
- Basedo no livro ‘Tainted Blood’ de Arnaldur Indriðason.
- Escolhido pela Islândia para representar o país no Oscar 2008.
- Jar City venceu em cinco categorias do Eddas (Prêmios do Cinema e TV da Islândia).
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Esperava um suspense policial, mas é só drama mesmo. As particularidades culturais dos islandeses torna o filme ruim de digerir, dificultando a imersão. Continuei assistindo na esperança de q em algum momento ia melhorar, mas foi apático e morno do começo ao fim, o q me causou indiferença com os acontecimentos da história.
Da Islândia chega um bom filme policial. Com uma história interessante e abordando as especificidades culturais dos islandeses. Nota:3,5(0-5)
E não é que da obscura Islândia surge um filme bom!!!!
Esse Jar City só não entra para a lista de favoritos pq não tem a sujeira e a violência que esse tipo de filme pede, ou seja, se concentra mais nas partes dramáticas e investigativas e esquece a violência e os momentos mais extremos que um bom suspense deve ter....
Vale destacar a fotografia realmente linda ( deve ser bonita a tal Islândia), a trilha sonora incrível e as boas atuações dos atores aqui presentes, com alta dose dramática e muita comédia nas partes em que o policial mais jovem aparece....
O que talvez deveria ser melhorado é o desfecho, já que na metade do filme já sabíamos o que ia acontecer, mas como o filme se concentra mais na parte dramática, não é muito fora de propósito o final do jeito que ele se apresentou....
Filme realmente acima da média e vale conhecer até pelo ineditismo de conhecer o cinema na Islândia que se depender só desse filme me agradou bastante...
Além do roteiro intricado, ressalto a perfeita trilha sonora composta pelo músico islândes Mugison. Uma das grandes descobertas musicais que pude ter nestes últimos tempos.
Fizeram umas modificações do roteiro do livro para a adaptação pro cinema que ficaram interessantes, principalmente no fluxo de eventos, que no filme ocorre ao mesmo tempo como uma trama paralela e também através de flashbacks, até se encontrarem e as peças se encaixarem. Achei que alguns outros detalhes não precisavam ter mudado, embora houvesse uma intenção. Interessante o toque de humor com alguns diálogos no filme que não há no livro, o personagem do detetive mais novo funcionando aqui um pouco como alívio cômico. O melhor de tudo foi ver uma história ambientada nas paisagens exóticas e frias da Islândia, local pouco explorado mas muito propício para filmes noir, o que dá um toque diferencial dos demais filmes do gênero.