Dirigido por
Ambientado no séc. XVI, o filme narra o lendário romance proibido entre o Príncipe Salim e a bela dançarina da corte Anarkali que, de tão intenso e fervoroso, foi capaz de travar uma guerra entre o príncipe e seu pai Akbar, o grande imperador Mughal.
Um dos filmes mais caros da história do cinema indiano.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Baseado numa história real, o filme segue o caso de amor entre o príncipe Mughal Salim (que se tornou imperador Jahangir) e Anarkali, uma dançarina da corte.
Frequentemente citado entre os melhores da história cinematográfica de Bollywood e amplamente considerado um marco de seu gênero, ganhando elogios dos críticos por sua grandeza e atenção aos detalhes, o filme é nada menos que sublime.
E detalhe, eu assisti à versão colorida, editada, que muitos dizem ser inferior à versão original em preto e branco...
Eu traduzi o título do filme pro português (O IMPERADOR DOS MONGÓIS), porque estamos no Brasil, mas ele é conhecido aqui como Mughal-E-Azam mesmo. Eu acho que não devo gostar de filmes indianos, talvez pela enorme diferença cultural que existe entre nós. O filme começa meloso, devagar e cansativo. Pra minha surpresa na metade (note que o filme tem quase três horas de duração) ele chega em um ápice e fica bem interessante e não para de crescer a partir daí. O filme se torna uma espécie de Romeu e Julieta em Tróia... algo assim. O que fez o filme cair no meu desagrado foi o final (não vou dar spoilers porque não é esta a ideia do blog), achei extremamente fraco. (Pra quem lê quadrinhos, mais especificamente SAGA, o filme parece um romance do malfadado escritor D. Oswald Heist). As músicas cansam um pouco, mas não deixam de serem bem bonitas em algumas sequências.
http://oraculoalcoolico.blogspot.com.br/
Que filme fantástico! Um épico inesquecível mesmo. Quero muito ver em P&B agora, deve ser melhor que a versão colorida q eu vi.
Só um comentário ignorante: a única idéia de Akbar que eu tinha me foi passada pelo filme Jodhaa Akbar, um rei liberal, q unificou a Índia ao se casar com uma hindu. Daí não tava preparada pra esse Akbar tão intolerante quanto a união entre castas.
Zindabad, zindabad, ae mohabbat zindabad! (chorei muito nessa parte).
Amo!( e MUITO diga-se de passagem)