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Muito Romântico, do catarinense Gustavo Jahn e da gaúcha Melissa Dullius (Duo Distruktur) mostra a aventura dos dois ao cruzar o Atlântico e a vida em Berlim, onde moram, trazendo à tona questões de memória, experiências e fantasias.
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- tentaram fazer algo experimental mas só ficaram no pretencioso mesmo
- atuações sebosas, várias cenas desconexas e que não transmitem nada
- e esses br falando alemão.. pqp, bem a cara de sulista que acha que é europeu
Como mostrar o efeito desse deslocamento de país é até interessante, tem esse modo fragmentado e experimental, e até com alguns recursos já usados, como mostrar em fotografias uma determinada sequência. Também é possível perceber essa fuga de cada um ali para algo dentro de si (a entrada na bola preta na parede). Mas passado certo tempo isso fica cansativo, é como se o filme não soubesse muito pra onde ir e com isso vai se apoiando nesse fragmento e nessa falta de informação de forma cada vez mais intensa, mas sem nada muito interessante.
É um filme que parece experimental, poético e um delírio do tipo sonho louco que você fica perdido às vezes sem saber se tá entendendo o conceito, porque tenta ser tão cult que não passa a mensagem. Tem textos legais, cenas interessantes, mas a apatia dos atores para interpretar não pareceu natural e ficou como se eles estivessem de saco cheio daquilo em vez de sair natural - como em alguns filmes é o intuito. Me deixou com dúvidas se gostei ou se desgostei.
Misericórdia. As coisas q a gente faz pra apoiar o cinema nacional... Nada contra cinema experimental, mas nesse caso não sei como as interpretações q lembram uma pessoa aprendendo a ler remetem a um conceito sendo conduzido na execução do filme
"gente na cidade grande esquece que é bicho, e a gente pobre nessa cidade pode viver de lixo. bicho solto nessa cidade só selvagem"