Murderball - Paixão e Glória

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Murderball - Paixão e Glória (2005)
Murderball
Média do filme: 4.0 de 5 — baseado em 104 votos
MÉDIAFILMOW
4.0
104 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Data de lançamento 22 Julho 2005 Outras datas
Duração 58 min None
Status Streaming

Data de lançamento

22 Julho 2005

Duração

58 minutos
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Sinopse

Um documentário sobre a superação através do esporte de pessoas paraplégicas que encontram um novo sentido para a vida. Em cadeiras especiais a lá "Mad Max", jovens com restrições de movimento nas pernas e braços se enfrentam em quadras de basquete em duelos poderosos. Paralelamente vemos as lutas individuais dos protagonistas: um jovem que busca redenção com o acidente que o feriu, um jogador aposentado que passa a treinar o time do Canadá e é visto como traidor pelos americanos, e um jovem recém incapacitado que busca esperança no esporte. Temas como sexualidade e convivência com a sociedade também são abordados, à medida que entendemos que sobre as rodas vivem seres humanos dignos e capacitados.

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Marília Mendonça: Sentimento Louco

Comentários 0
amigos querem ver
twvianna
Thiago Vianna
9 anos atrás

Documentário americano-canadense dirigido por Henry Alex Rubin e Dana Adam Shapiro, "Murderball" acompanha os preparativos de duas equipes de ‘quad rugby’ (rúgbi de paraplégicos) para os jogos paraolímpicos de Atenas, em 2004. Aproveitando a oportunidade para registrar o modo de vida de pessoas que, via de regra, mal são notadas, “Murderball” surpreende ao torna-las figuras dignas de reconhecimento, e não pobres vítimas frágeis e indefesas. Comprovando, assim, que a verdadeira incapacidade está nos olhos de quem vê.

De um lado, temos a seleção canadense treinada com mãos-de-ferro pelo ex-jogador Joe Soares. De outro, a equipe americana que conta com craques no esporte como o jogador Mark Zupan. Em meio a esses dois gladiadores, temos a figura do jovem Keith que, acidentado a poucos meses, busca encontrar sentido em sua nova condição. Basicamente orbitando em torno dessas três figuras principais, “Murderball” vai decompondo para o espectador todos os detalhes da vida em uma cadeira-de-rodas, desde dúvidas mais grosseiras sobre a sexualidade das pessoas com necessidades especiais, até questões de delicada intimidade como os sentimentos de negação, incerteza, culpa, frustração e esperança que preenchem o coração dessas pessoas.

Se equilibrando com eficiência sobre a imparcialidade, “Murderball” consegue ser um retrato realista, verossímil e educado sobre a vida das pessoas retratadas. É interessante ver o respeito com que o filme dedica, por exemplo, à relação complicada entre Zupan e o sujeito responsável pelo acidente que lhe retirou o movimento de mais da metade do corpo. Melhores amigos no tempo da faculdade, a relação dos dois atualmente é mais complexa, pois recheada de sentimentos reprimidos. E o documentário registra isso com delicadeza, sem pender à sensacionalismos ou dramatizações em excesso. Da mesma forma, o documentário expõe, mas sem julgar, a figura excessivamente rigorosa de pai composta por Joe Soares, algo que talvez pudesse ser explicado como mais uma válvula de escape de alguém que, desde muito cedo, encontra-se aprisionado em uma cadeira-de-rodas.

Além disso, o filme permanece como um registro único sobre o esporte retratado, eficiente em desconstruir os conceitos de “limitação” e de “incapacidade”. As filmagens enérgicas dos jogadores se derrubando na quadra, longe de causarem preocupação (como seria o esperado), empolgam e ofuscam qualquer imagem eventual de fraqueza. Quando vemos Zupan sendo jogado no chão pelos seus marcadores, não nos preocupamos exatamente com a sua ‘condição especial’, mas sim com que rapidez ele vai voltar ao jogo para poder revidar. Assim, o público deixa de ver aquelas pessoas como ‘coitadinhos’ e passam a vê-las como seus iguais, tão dignas de consideração quanto qualquer um, o que não poderia ser mais saudável psicologicamente falando.

Prestando, ainda, a angariar novos fãs para o esporte (confesso que eu mesmo fui um dos seduzidos), “Murderball” é um documentário excelente que dá um show de cidadania e de humanidade, e que deveria ser um daqueles itens obrigatórios no histórico de qualquer cinéfilo – não, de qualquer pessoa! Sem dúvida, uma obra mais do que especial.

editado
kelz
Raquel
9 anos atrás

Pra quem quer assistir:
https://www.youtube.com/watch?v=ScwK1PWQwnE

diego_soares
Diego Soares
11 anos atrás

Ótimo documentário!

lucasfuzzo
Lucas Enrique Fuzzo
12 anos atrás

este documentário é uma lição de vida para nós que muitas vezes reclamamos e nos entregamos por coisas pequenas, para atletas com má vontade (principalmente chinelinhos do futebol), além de luta contra o preconceito, a força do esporte na vida das pessoas, as diferenças pessoais de cada um, do próprio pai com o filho, etc.....simplesmente emocionante. Para os corações sensíveis preparem o lenço, para os corações de pedra (como o meu) juntem os pedaços...
Obs:assisti a versão de 85 min.

chi
chirlene araujo
12 anos atrás

Estou afim de ver esse filme!

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