Vinícius de Moraes (1913-1980) em sua fase baiana, flagrado ao lado de Toquinho, Maria Creuza, Aloysio de Oliveira, a mulher Gesse e do inseparável copo de uísque, sob o disque-disque dos coqueirais de sua idílica Itapoã. Fala de suas características poéticas (o pronome da primeira pessoa vem sendo, pouco a pouco, substituído pela terceira) e assume as influências de Rimbaud, Baudelaire, Verlaine e Manuel Bandeira. O filme mostra Vinícius acompanhando-se sozinho ao violão em sambas de sua lavra, como Quando tu passas por mim.
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Por mais que eu ame as composições do Vinícius, temos que concordar nalgo aqui: há algo de problemático nas declarações ginecofílicas dele, não é? Como tal, apesar de eu ter amado a abertura declamatória, distanciei-me um tantinho do filme em si, ao longo da projeção. Mas mantém o ótimo nível da cinessérie, quero ver mais - e tenho certeza de que reverei este em particular! (WPC>)