Não sei por que motivo eu encasquetei que esse diretor era britânico: aqui, ele demonstra ser muitíssimo norte-americano, e conhecer por dentro as precariedades inclusivas do país em que vive. Ainda que, no primeiro plano, tenhamos uma história de amor platônico, todo o mote da lavagem grátis de bandeiras rende reflexões poderosas sobre xenofobia cotidiana (tão cotidiana que sequer este nome recebe). A narração em árabe é poderosa e fotografia e montagem são muito eficientes: um curta-metragem precioso! (WPC>)
Não sei por que motivo eu encasquetei que esse diretor era britânico: aqui, ele demonstra ser muitíssimo norte-americano, e conhecer por dentro as precariedades inclusivas do país em que vive. Ainda que, no primeiro plano, tenhamos uma história de amor platônico, todo o mote da lavagem grátis de bandeiras rende reflexões poderosas sobre xenofobia cotidiana (tão cotidiana que sequer este nome recebe). A narração em árabe é poderosa e fotografia e montagem são muito eficientes: um curta-metragem precioso! (WPC>)