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Data de lançamento
26 Set. 2008Duração
O ano de 1968 marca uma virada na vida do menino Léon Doré, dez anos. Sua falsa tentativa de suicídio, por enforcamento, fracassa por um fio. Pouco depois, sua mãe neurastênica, que se sente sufocada pelo marido, vai morar na Grécia, deixando seus dois filhos com o pai. Enquanto o irmão mais velho cultiva um rancor surdo, Léon pilha e faz uma bagunça danada na casa dos vizinhos que viajaram de férias, finge ter um problema na vista para justificar as péssimas notas no colégio, arma tramoias, manipula, faz seu pai e todos de bobos. Menos Léa, a jovem vizinha que percebe tudo e que, tendo ela própria contas a acertar com a vida, irá ajudar Léon a roubar o dinheiro para comprar uma passagem de avião para a Grécia.
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Em termos cinematográficos está tudo no seu devido lugar, boas atuações, boa cadência , bom tratamento de imagem e fotografia. Mas agora, me compadecer com este fdp mirim , aí já é demais para mim, eita moleque nojentinho e asqueroso. Entra na minha lista de personagens aos quais torci pela morte e para minha frustração ela não veio.
É um bom filme, apesar de me lembrar muito Moonrise Kingdom.
Me senti desconfortável em diversos momentos do filme, as vezes achando que o problema era no filme e as vezes achando que o problema era em mim.
Possíveis comentários com spoiler a baixo.
Desconfio que a garota sofria abuso sexual...
Não consegui enxergar a mãe como vilã...
Não entendi a parada do boliche...
Nem o pai destruindo o filho naquele esquema de pedir desculpa a todos...
Algumas coisas fazem sentido, outras não.
Beijo se criança em filme me deixa muito desconfortável, aquela cena da calcinha é constrangedora...
Tem coisas que não precisava, mas talvez seja parte da obra 🤷♂️ não tenho estudo suficiente pra falar sobre isso.
É um filme sonhador, um pouco amargo com gotas de chocolate, oscila muito, e me deixa desconfortável em alguns momentos.
A melhor cena foi a da barbie na escola e dele olhando pelo buraco no banheiro, na minha opinião.
Até pra fazer um drama narrado por uma criança o cinema francês é trágico e densamente filosófico e pedante. Esse aqui é bem bonito, e até o pedantismo é meio divertido, mas o tom tragicômico pretendido, com crianças deixou o filme só ainda mais triste e pesado. Não fossem tantas angústias e situações quase sádicas, teria me comovido e eu teria apreciado um pouco mais.
O protagonista é irritante, mimado e extremamente egocêntrico. Ainda assim não chega a ser ruim acompanhar os seus atos inconsequentes já que sempre se espera que em algum momento ele sofrerá as consequências das suas ações ou aprenderá alguma lição com elas. Não sei se essa era a intenção do filme, mas para mim passou a mensagem de que apenas o amor não educa. Junto com ele tem que haver também a disciplina. Com bons trabalhos de direção e roteiro o filme é uma boa produção do cinema canadense que merece ser conhecida.
Bem denso imaginar os artifícios de uma criança para lidar com problemas que o cercam. E sem deixar de lado a sutileza dos filmes canadenses!