Não toque na mulher branca

1974

Touche pas la femme blanche

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Média geral 3.8
baseado em 16 votos
Sua avaliação:
salvando
L - Livre para todos os públicos 108 minutos

Um filme maluco, que nunca foi exibido nos EUA, e é fácil descobrir por que. Nesta paródia de faroeste, Marco Ferreri radicaliza na crítica política, ao apresentar a famosa história do general Custer de uma maneira totalmente particular. Para começar, a história se passa na Paris de meados dos anos 1970. Alguns personagens usam roupas de época, enquanto outros apresentam-se com jeans ou ternos. Os índios vagam pelos subúrbios de Paris com suas roupas nativas, enquanto Custer planeja o extermínio deles. Os personagens constantemente se referem ao presidente Nixon, extendendo de certa forma a corrupção e o negocismo da América colonial para a época de Watergate.O general George Armstrong Custer é convocado para liderar as tropas americanas numa missão "divina" para varrer os índios de suas terras nativas e estabelecer a propriedade dos brancos no território. Uma jovem mulher patriótica flerta com Custer e vai para a cama com ele na noite que antecede à batalha, enquanto que o batedor indígena de Custer constantemente tenta assediá-la, e acaba por se satisfazer com prostitutas brancas para remediar sua atração por "pele de porcelana". Custer frequentemente fala a frase do título do filme para desencorajá-lo. Enquanto isso, Custer é antagonizado por um exuberante Buffalo Bill, e há um fundo musical com canções Country & Western que adiciona um efeito surrealista.Do ponto de vista satírico, o filme é um trabalho fascinante, idiossincrásico, que só poderia ter vindo da Europa dos anos 70. O elenco parece estar numa constante festa, e a excêntrica trilha sonora de Philippe Sarde é fora de série.

Estreia Mundial:
1974
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