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Um astro do rock se envolve românticamente com cantora iniciante. Ele a ajuda a subir na carreira, mas a medida que ela vai se tornando também uma estrela, o cantor começa seu rápido declínio em função do abuso de alcóol e drogas. Ela tenta retribuir a ajuda, mas o cantor a rejeita, prejudicando definitivamente o relacionamento. Mesmo estando os dois apaixonados.
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Vi esse hoje e também é um bonito filme.
De todos as quatro versões do personagem músico decadente, achei a interpretação do Kris Kristofferson a mais insana. O cara apronta as maiores barbaridades, com várias cenas de brigas e autosabotagem nos shows! Recomendo por esse detalhe. Não gostei tanto das músicas dos anos 1970, nem da performance da Barbra.
Tem que tá com a suspensão de descrença bem em dia pra acreditar que o personagem principal, com aquela voz tenebrosa, chegou a se tornar um cantor de sucesso.
Se bem que o Jota Quest tá aí né...
O esquema deste cult-movie setentista segue as fitas anteriores, só que no mundo da música pop. Um tanto contestado pelos críticos, "Nasce Uma Estrela", de 1976, tem como destaque a icônica Barbra Streisand e Kris Kristofferson nos papéis principais. Pela boa nostalgia, este marcante clássico vale 04 estrelas.
Vale mais pela ambientação doida dos anos 70, com os grandes concertos, e pelas performances da Barbra. Ou seja, cansa muito rápido - e o problema começa no roteiro.
Eu entendi melhor a protagonista da Judy Garland e da Janet Gaynor, pois foram bem desenvolvidas (e olha que o primeiro filme tem menos de 2h).
O Kristofferson entrega uma boa atuação, mas o personagem não convence muito. Na verdade, nem o James Mason, da versão anterior, me agradou. Fredric March interpretou o papel com perfeição em 1937 (inclusive, eu diria que é a melhor atuação de todas as versões de ASIB).
Apesar da boa direção, o filme ignora completamente partes importantes do caminho dos personagens, a dinâmica da indústria, e foca no melodrama e em alguns momentos-chave do roteiro original. O romance é chatissimo e representado de um jeito meio preguiçoso, sem mostrar os conflitos de cada parte do casal, só as repercussões da cena anterior.
Eu acho que prefiro a versão de 1937 justamente porque, apesar de mais doce, não é meloso igual aqui. Não sei se faz sentido. Tudo parece mais sóbrio, embora idealizado.
Também não sou um grande fã da versão com a Judy Garland, que é extremamente longo e ainda tem aquelas passagens ruins com narração off.
A verdade é que a história é meio ultrapassada e não desperta muita afeição. Distante demais do espectador.
Ainda preciso assistir à versão mais recente, mas não espero muito