O filme em alguns momentos fica tedioso, porém, com o desenvolvimento é que se percebe o porquê. É, simplesmente, porque é o retrato de uma existência vazia tediosa, nauseante. Excelente retrato de como podemos ter nossas vidas transformadas em algo inútil e oca. A cena final de redenção é perfeita.
Uma das cenas mais bonitas daqui é quando Ahmet em meio a toda a sua angústia, visita a empregada que trabalha em sua casa e presenteia o filho dela com uniformes do time que o garoto tanto adora. Foi uma cena bastante comum, mas foi a que mais me marcou e traduziu o espírito do filme. E sempre evitando o sentimentalismo barato em suas produções que Zeki Demurkubuz, traz mais uma obra cheia de melancolia e questionamentos, sempre guiado por um personagem chegando ao limite de suas forças, vide a última cena do filme.
Bulanti é curiosamente também o título de um livro de Jean-Paul Sartre e embora não seja nenhuma adaptação, há aqui também um personagem com um profundo sentimento de vazio.
O filme em alguns momentos fica tedioso, porém, com o desenvolvimento é que se percebe o porquê. É, simplesmente, porque é o retrato de uma existência vazia tediosa, nauseante. Excelente retrato de como podemos ter nossas vidas transformadas em algo inútil e oca. A cena final de redenção é perfeita.
Uma das cenas mais bonitas daqui é quando Ahmet em meio a toda a sua angústia, visita a empregada que trabalha em sua casa e presenteia o filho dela com uniformes do time que o garoto tanto adora. Foi uma cena bastante comum, mas foi a que mais me marcou e traduziu o espírito do filme.
E sempre evitando o sentimentalismo barato em suas produções que Zeki Demurkubuz, traz mais uma obra cheia de melancolia e questionamentos, sempre guiado por um personagem chegando ao limite de suas forças, vide a última cena do filme.
Bulanti é curiosamente também o título de um livro de Jean-Paul Sartre e embora não seja nenhuma adaptação, há aqui também um personagem com um profundo sentimento de vazio.