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Data de lançamento
17 Abril 2014Duração
Em 1971, o poeta chileno Pablo Neruda recebe o Prêmio Nobel de Literatura. Seu discurso de aceitação do prêmio se converte em uma viagem em que recorda uma situação vivida em 1948, quando era Senador da República. Nesta época, o poeta teve que atravessar a cordilheira dos Andes a cavalo e deixar seu país depois de ser perseguido após pronunciar no congresso seu discurso “Eu Acuso” contra o presidente Gabriel González Videla. Esta é a história de um poeta perseguido. É nesse período de fugitivo da polícia política da época que Neruda escreve seu livro mais importante, o “Canto General”.
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vergonha alheia.
Filme arrepiante! De como brinca de escrever e ser escrito. O mais interessante é essa disputa do coadjuvante em ser protagonista mas ele tem o papel tão importante quanto narrando toda a história... só que ele só revive no momento que é reconhecido e deixa de ser papel para ser sangue.
" Matasse alguém? Sim, escrevendo" (Pablo Neruda).
Convencional, cafona e didaticamente enfadonho. Um desserviço ao belo trabalho do Neruda.
Infelizmente se você vai vê-lo com lembranças de "O carteiro e o poeta", tende a se decepcionar. O roteiro deixa bastante a desejar. É um filme bastante parado que foca apenas nas fugas e artimanhas dos colegas para esconder quando foge do Chile. O contexto sócio-político em si é quase ignorado e pouco citado, a não ser para justificar a fuga. Confesso que uma obra a altura de Neruda merecia algo muito melhor. Salva a interpretação de José Secall e a poesia, por si só, presente no longa.
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Achei fraquíssimo! O roteiro deixa muito a desejar! Não se aprofunda nem nas ideias e nem na poesia do Neruda, nem no contexto político chileno, nem mesmo nos Andes - o que poderia dar algum refresco, ao menos, estético! Desnecessária a própria existência do filme. E, sinceramente, uma grande pena tendo em vista a importância e força da poesia de Neruda.