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Na sequência de Netto Perde Sua Alma (2001), o longa assinado pelo diretor Tabajara Ruas Netto e o Domador de Cavalos faz uma releitura contemporânea da lenda do Negrinho do Pastoreio, a mais popular do Rio Grande do Sul, além de contar um pouco da história do herói farroupilha Antônio de Souza Netto (Werner Schünemann).
Na América do Sul de 1835, quando o Brasil ainda era um império escravocrata, o general Netto foi um republicano que lutava pela libertação dos negros, contra a tirania e a opressão. Um herói farroupilha que participou de todas as guerras de fronteira no Sul do país no século 19.
A narrativa se passa no início da Guerra dos Farrapos, quando Netto descobre que Índio Torres (Tarcisio Filho), um antigo parceiro nas guerras do Sul, está preso. Para libertá-lo, alia-se a escravos rebelados, entre eles está Negrinho (Evandro Elias), o melhor cavaleiro da fronteira.
A história do guerreiro deverá ganhar mais um episódio, que tem o título provisório de Netto nos Braços da Moura. No Festival de Cinema de Gamado de 2001, o primeiro longa da trilogia ganhou quatro Kikitos, o prêmio máximo concedido no maior festival de cinema do Brasil.
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Impressão minha, ou é faroeste?
"Vivo as formigas gostam mais".
Desconhecia, mas no final apreciei muito esse pequeno trecho da História do Brasil. Essa passagem que deu origem ao filme se deu no início da Guerra do Farrapos, por volta de 1835 no Rio Grande do Sul.
O Coronel Antônio de Souza Netto descobre que seu amigo, o índio Torres, está preso e sendo torturado em uma pequena fortificação com apena 6 soldados. Esses caras. devido ao fato de não ter o que fazer, todos os dias inventavam algo novo para humilhar o pobre moribundo que permanecia no chão e amarrado ao sol. O Coronel Netto reúne um grupo de escravos rebelados e invade o forte para libertar seu parceiro. Paralelamente é contada a história que, bem depois tornou-se um conto do folclore brasileiro intitulado "A lenda do Negrinho Pastoreiro" . Era um menino escravo tratado pelo nome de "negrinho" que diziam ter o dom de falar com os cavalos. Conta a lenda que os animais o entendiam e por isso, o obedeciam. Acho que esse trecho da história poderia ter tido um enfoque maior e muito mais positivo em se tratando de uma lenda brasileira. O seu patrão não valorizava o dom que ele tinha e por qualquer deslize mandava os capatazes da fazenda descerem o chicote nele. Isso foi mostrado à exaustão e a gente cansa de ver o pobre moleque apanhar e ninguém fazer absolutamente nada para ajuda-lo. Depois do episódio do forte, o Coronel Netto invade a fazenda com seu pequeno exército de escravos e vinga por completo a dor e o sofrimento do menino.
As histórias, lendas e culturas populares do meu Rio Grande do Sul me arrepiam quando são colocadas na telona.
Quero assistir esse filme! :D
o filme é bom porque enfoca no regionalismo, mostrando a relação entre escravo e senhor, uma otima abordagem historica do nosso Rio Grande do Sul e
obra de Tabajara Ruas